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quinta-feira, 8 de agosto de 2019

RACIONAIS VOLTA A SALVADOR PARA COMEMORAR 3 DÉCADAS

                          EM BREVE MATÉRIA COMPLETA DESSE GRANDE EVENTO
Acorda, sangue bom! Tem Racionais em Salvador!

O grupo apresenta a turnê comemorativa #Racionais3Décadas com todos os clássicos que cresceram com a gente.

Cola no site da #TicketsForFun e garanta o seu lugar!

Confira todas as informações aqui no evento oficial.

RACIONAIS MC’S
ARENA FONTE NOVA - SALVADOR
Realização: TIME FOR FUN
Data: Sexta, dia 4 de outubro de 2019
Horário: 22h30 – Show de abertura (banda a definir)
23h30 – Racionais MC’s
Local: Arena Fonte Nova – Ladeira da Fonte das Pedras, s/n - Nazaré, Salvador - BA.
Ingressos: A partir de R$ 50
Classificação etária: Não será permitida a entrada de menores de 16 anos.
16 e 17 anos: Permitida a entrada acompanhados dos pais ou responsável legal.
18 anos em diante: Permitida a entrada desacompanhados.
Abertura da casa: 1h30 antes do espetáculo.
Venda de ingressos no site: www.eventim.com.br/


INGRESSOS POR SETORES:

MEIA-ENTRADA
PISTA LOTE I - R$ 50,00
PISTA LOTE II - R$ 60,00
PISTA LOTE III - R$ 70,00
PISTA LOTE IV - R$ 80,00

INTEIRA
PISTA LOTE I - R$ 100,00
PISTA LOTE II - R$ 120,00
PISTA LOTE III - R$ 140,00
PISTA LOTE IV - R$ 160,00

- Meia-entrada: obrigatória a apresentação do documento previsto em lei que comprove a condição de beneficiário: no ato da compra e entrada do evento (para compras na bilheteria oficial e pontos de venda físicos) / na entrada do evento (para compras via internet).

BILHETERIA OFICIAL – SEM TAXA DE CONVENIÊNCIA
Loja South – Shopping Paralela – Av. Luiz Viana, 8.544 – Alphaville – Salvador (BA).
Segunda a sábado – 09h às 22h
Domingos e feriados – 14h às 22h

LOCAIS DE VENDA – COM TAXA DE CONVENIÊNCIA
Pontos de venda no link: https://www.eventim.com.br/ingressos.html?affiliate=BR1

Pela Internet: https://www.eventim.com.br/

FORMAS DE PAGAMENTO VÁLIDAS EVENTIM
Internet:
- Boleto bancário via PayPal;
- Cartões de crédito VISA, MasterCard, American Express e Elo.

Bilheteria e Pontos de Venda:
- Dinheiro;
- Cartões de débito VISA, MasterCard, American Express e Elo;
- Cartões de crédito VISA, MasterCard, American Express e Elo.

 *Valores podem ser referentes a meia entrada
*Os valores, locais, horários e atrações podem ser alterados sem aviso prévio
*O Pida! é um site informativo. Não nos responsabilizamos por possíveis alterações.
*Consulte sempre os pontos oficiais de vendas

*Valores sujeitos a taxa de serviço


Mulheres rastafari modernas mostram estilo de vida muito além dos dreads


Com reportagem de Renata Leite, especial para o blog MULHERIAS 

O movimento rastafari vai muito além dos cabelos com dreadlocks, do ritmo reggae e do uso da maconha. Trata-se de uma cultura de resistência, liberdade e identidade africana que nasceu nas favelas da Jamaica na década de 1930 para combater a discriminação de raças e de classes sociais. 

Ganhou força a partir do pan-africanismo, movimento que tratava do resgate e valorização do povo africano vivendo em situações de opressão após período de colonização e escravidão

Não por acaso, um grupo de mulheres que segue os fundamentos desta verdadeira filosofia de vida se reuniu para fazer o documentário "Mulher Rastafári, quem a achará?". Dirigido por Mariana Borges, Natali Alencar e Tatiana Gomez, o filme conta com personagens de vários grupos pelo Brasil, provoca e questiona o modelo do que é ser mulher dentro da cultura rasta. De acordo com elas, há uma idealização da figura feminina perfeita e impecável. Mas a nova geração tem colocado em discussão esses códigos de conduta


Porém, antes de questionar a atualidade, vale recuperar as raízes do movimento rastafari. A filosofia rasta teve como porta-voz o comunicador, empresário e ativista jamaicano Marcus Mosiah Garvey. Em 1920, ele se tornou um verdadeiro líder religioso após pregar a vinda de um Deus Negro ou Messias, a quem iria libertar o povo africano e seria como espelho de força e nacionalismo negro


Uma década depois, na Etiópia, a coroação como reis do imperador Ras Tafari Makonnem (renomeado Haile Selassie) e a imperatriz Menen Asfaw foi interpretada como realização dessa profecia. Selassie foi coroado como descendente do rei Davi, que teria nascido por volta de mil anos antes de Cristo, foi o segundo rei de Israel em Jerusalém e criou um sistema repartição de terras mais justo que divisões tribais. 

Foi ele quem, biblicamente, venceu o gigante Golias ao cegá-lo com pedras de um estilingue. A profecia dentro da cultura rastafari previa o retorno de um neto de Davi, filho de Salomão com a rainha de Sabá, governante da Etiópia

O reinado do século 20 foi tomado pelo povo e pela Igreja Ortodoxa Etíope como exemplo de vida e igualdade. A rainha Menen se tornou uma fonte de inspiração para as mulheres da cultura e foi ela quem ficou à frente de todas as tarefas e responsabilidades quando o rei  foi para a guerra em 1928 contra nações colonialistas
-No Brasil, a cultura rastafári ganhou adeptos depois da década de 1960 e estourou nos anos 80 com o reggae e o apelo estético dos dreadlocks que rompiam padrões mas também convidavam os adeptos à reconexão com sua negritude e energias que, segundo a tradição, ligava os cabelos ao elemento terra. Para as mulheres do movimento, no entanto, as tradições mais ortodoxas não eram tão simples
-Segundo os aspectos religiosos do movimento, além da postura discreta ao frequentar os encontros, a mulher deveria ser a responsável por cuidar da educação das crianças e da casa e não poderia usar calças, somente saias. Os cabelos, de preferência cobertos, seriam vistos como fonte de energia sagrada; uma espécie de coroa. Em suas origens, o movimento rastafari pregou que o período de menstruação era um tempo da mulher se manter em repouso e longe das atividades fora do lar. Nesse período, ela não podia tocar o tambor nos encontros. Conheça mais sobre a cultura e as mulheres que estão ressignificando os conceitos para a atualidade

"Nossas referências eram de igualdade, mas isso não estava acontecendo em nossas casas" Tatiana Gomez, 38 anos, psicóloga

A psicóloga, educadora e mulher rasta conta que o pontapé para os primeiros contatos e vivência com o movimento rastafári foi dado em 2007, na comunidade de Menelik, localizada em Jarinu, cidade onde mora atualmente, no interior de São Paulo. Ela passou a participar de um programa de rádio sobre a cultura, o " Já Regou Suas Plantas" e por meio dele conheceu outras mulheres rastafari, como Natali Alencar e Mariana Borges, que juntas fizeram o documentário "Mulher Rastafári, quem a achará?
Além da convivência na rádio, elas passaram a dividir também as suas experiências e conflitos na vida da mulher rastafári, principalmente as coisas vividas dentro de suas casas. "Passamos a compartilhar as coisas que aconteciam no nosso cotidiano, em termos de relacionamento. Aí começamos a entender que muitas mulheres  passavam por situações de violência e situações de constrangimento no casamento e nem se davam conta, sofriam caladas", comenta Tatiana, que no filme aborda a questão da infidelidade e o machismo
Com suas amigas, surgiu em 2016 o Coletivo Kandakes Kush para ajudar a levantar além de si as outras mulheres. "É um espaço de troca que auxilia nosso processo de amadurecimento e fortalecimento como gênero feminino. A cultura rasta em si não é machista. As nossas referências, baseadas no comportamento do rei Selassie e da rainha Menen, trazem exemplos de igualdade. Mas, ao mesmo tempo, dentro das nossas próprias casas isso não acontecia e aí a gente começou a pensar", afirma Tatiana. O núcleo não é fechado só para mulheres. Os homens rasta também participam para entender o seu papel e, também, compartilhar suas experiências

"Hoje entendo que ser mulher é sagrado" Mariana Borges, 38 anos, doula

Trilhando novos rumos em busca de sua ancestralidade e espiritualidade, a doula Mariana Borges, por meio da cultura rasta, não só descobriu sua identidade mas percebeu o quanto é importante valorizar a sua conexão com o que chama de o sagrado feminino. "Ser uma mulher rastafari pra mim foi um processo de autoconhecimento, passei a entender sobre os meus ciclos femininos. Antes desse contato, pra mim, aceitar ser mulher era muito difícil, um sofrimento mensal enfrentar as dores que envolvem o ciclo da menstruação, da objetificação do nosso corpo e violências que a mulher sofre em diversos âmbitos da vida. A cultura rasta me pacificou", explica Mariana. Hoje, ela carrega com a profissão de doula alguns princípios ligados ao movimento; como a visão da mulher enquanto um ser sagrado por ser a principal fonte geradora da vida

"Sempre fui a única negra na escola e na universidade. Ser rasta me fez me descobrir negra" Carol Afreekana, 34 anos, pedagoga, poeta e cantora

Após passar por um momento de busca pessoal, a jovem formada em Letras, pedagogia e poetisa conheceu a cultura rastafári pelo reggae. Dentro da filosofia, estudou questões ligadas à sua ancestralidade e ao resgate de si enquanto mulher negra. Carol Afreekana havia sido batizada como Carolina Cordeiro pelos pais adotivos, de classe média alta e foi criada na religião cristã tradicional antes de reconhecer rastafari. "Sempre fui a única negra na escola particular,  na universidade, sofri essa segregação, o racismo mesmo. Só que eu não conseguia enxergar o que vivia como racismo. Só entendi quando me descobrir mulher preta" Comenta.

Ela abraçou a cultura rastafári como forma de homenagear as suas origens e aderiu ao sobrenome Afreekana. Desde então, insere traços característicos ligados à vida rastafári no seu dia a dia. "Busquei o amor na minha vida e em muitas religiões mas só na cultura rastafári eu consegui encontrar essa forma de amor e essa forma africana que eu escolhi ser. O reconhecimento e renascimento da Carol mulher preta, pan-africanista e rastafári me fortalece", explica Carolina

A pedagoga participa há 17 anos de um ritual da ordem (grupo) Nyahbinghi. A celebração é feita em noite de Lua cheia com tambores que imitam as batidas do coração e ela mantém olhos fechados enquanto entoa cânticos e louvores. Sobre a maconha usada em rituais como essa ela declara: "tudo é lícito mas nem tudo me convém. O álcool é lícito mas por alguns momentos ele não me convém, o cigarro idem, não me convém, e assim por diante", exemplifica.

Carol é poeta e integrante no Dawtas Of Aya grupo de música reggae, manifestação e resistência formado por outras duas mulheres negras. O trio de irmãs retrata nas canções a luta do povo negro que, mesmo com a abolição da escravidão ainda sofre e passa por situações de opressão, seja ela racial ou social, questões manifestadas desde o início do movimento rastafári. 

Além de cantar, ela mantém o blog Mundo Africano e a página Carol Afreekana no Facebook com a função de informar e divulgar conhecimento, seja por meio de vídeos-poesia e estudos sobre chás e ervas da medicina alternativa.   

A cultura rasta em três pontos fundamentais -A cannabis ou maconha pode ser usada para fins medicinais, recreativos e em rituais religiosos. De acordo com os adeptos, ajuda a aumentar o grau de sensibilidade espiritual. Nesses casos, a erva deve ser consagrada e não utilizada para entorpecer

Segundo a cultura rasta, a música reggae não só é uma forma expressar sentimentos. A letras são registros da história de luta e sofrimento do povo negro. Também servem para criticar o sistema econômico como o padrão capitalista do mundo ocidental. Algumas contêm mensagens de elevação espiritual

Para os rastafaris, os dreadlocks fazem jus à imagem e semelhança das coroas usadas pelo rei Haile Selassie e a rainha Menen. O movimento entende que o cabelo é símbolo de uma carga ancestral que traz as vivências dos indivíduos, a energia que eles emanam e, até mesmo, sua energia sagrada. A cabeça é interpretada como um órgão em posição superior

Fonte:Mulheres Rastas

quarta-feira, 17 de julho de 2019

Morre lendário Cantor jamaicano Pat Kelly aos 70 anos

BIOGRAFIA: 
Pat Kelly (1949 - 16 de julho de 2019) foi um cantor de reggae jamaicano, cuja carreira começou no final dos anos 1960. Kelly nasceu em Kingston em 1949. Depois de deixar a escola, ele passou um ano estudando eletrônica em Springfield, Massachusetts , Estados Unidos, em 1966, antes de voltar para a Jamaica. Em 1967, quando Slim Smith deixou o The Techniques , Kelly foi contratado para substituí-lo, gravando para Duke Reid na época do rocksteady quando o estúdio / selo Treasure Isle de Reid estava dominando a música jamaicana. [1] A voz de falsete de Kelly, fortemente influenciada pelo cantor de soul americano Sam Cooke , em combinação com Winston Riley e Bruce Ruffin , manteve o sucesso que The Techniques teve com Smith. O primeiro registro do Techniques com Kelly, "You Don't Care", adaptado de "You Want Me Back", de Curtis Mayfield , passou seis semanas em primeiro lugar na parada de singles jamaicanos, e foi seguido por mais. hits com "Queen Majesty", "My Girl", "O amor não é uma aposta", "It's You I Love" e "Run Come Celebrate". 

Carreira solo

Em 1968, Kelly foi sozinho, passando de Reid para Bunny Lee , e estreando com outra cover de Mayfield, "Little Boy Blue". "How Long Will it Take", de Kelly, foi o single jamaicano mais vendido de 1969, e foi o primeiro disco jamaicano a apresentar um arranjo de cordas, que foi overdubbed quando foi lançado no Reino Unido no Gas da Palmer Brothers. Um álbum seguido, o Lee "Scratch" Perry- Pat e Pat Kelley Sings (sic), e a Kelly foi oferecido um contrato de 25.000 libras pela Apple Records , que ele não pôde aceitar devido a compromissos contratuais existentes. Kelly continuou a gravar, tendo grandes sucessos para o produtor Phil Pratt em 1972 com "Soulful Love" e "Talk About Love", e voltando a gravar com Duke Reid, tendo outro hit com um cover de John Denver "Sunshine". [1] [3] Ele recuou em seu treinamento anterior, trabalhando como engenheiro no Channel One Studios . Ele também entrou em produção, produzindo seu próprio álbum Youth and Youth em 1978, e co-produzindo (com Holt ) o álbum The Impressable John Holt (Disco Mix) de John Holt em 1979. No final dos anos 1970 e início dos anos 80, Kelly gravou mais regularmente novamente, e ele continuou a gravar ocasionalmente nos anos que se seguiram.


Kelly morreu em 16 de julho de 2019 de complicações da doença renal. 

Discografia

Álbuns do Studio

Pat Kelly Sings (1969), Pama

Dê uma chance ao amor (1978), terceiro mundo

Juventude e Juventude (1978), Live & Love

Homem Solitário (1978), Sons Ardentes

Lovers Rock (1979), Terceiro Mundo (com Johnny Clarke e Hortense Ellis )

One Man Stand (1979), terceiro mundo / sopro

Tão orgulhosa (1979), queimando balancins / Chanan-Jah

Cool Breezing (197?), Sunshot

Desejo que chover (1980), Joe Gibbs

De ambos os lados (1980), Ita

Luz do Sol (1980), KG Imperial

Pat Kelly e amigos (1984), Chanan-Jah

Um em um milhão (1984), Sky Note

Homem Ordinário (1987), Body Music

Cry For You No More (1988), Lua Azul

Srevol (19 ??), Étnico

Você é de verdade (com Los Aggrotones) (2012), Interrogator Records

Álbuns de compilação

O melhor de Pat Kelly (1983), Vista Sounds

Borboletas , Sonic Sounds

Hits clássicos de Pat Kelly (1995), Rhino

Clássicos (199?), Super Power

Amor com alma - o melhor de (1997), Trojan (Pat Kelly & Friends)

The Vintage Series (2000), VP


Canta Classical Hits Galore , atacante Lee


Um pouco mais sobre Pat Kelly vindo de quem convivia lado a lado dele

KINGSTON, Jamaica - Pat Kelly, cujo falsete característico lhe rendeu canções de sucesso e membro do The Techniques, faleceu em 16 de julho em Kingston. Anthony “Chips” Richards, seu amigo de mais de 45 anos, confirmou sua morte.

Kelly, que estava no início dos anos 70, sucumbiu às complicações da doença renal.

Richards, ex-executivo da Trojan Records no Reino Unido, disse que conheceu Kelly naquele país no início dos anos 70. Na época, o cantor estava no topo das canções de sucesso Phill Pratt-produzido Talk About Love e How Long, produzido por Bunny Lee.

“Ele era um homem muito humilde, bem-educado e disciplinado. Isso é uma grande perda para a indústria da música ”, disse Richards.

Foi Lee quem primeiro gravou Kelly, seu ex-colega de escola, em meados da década de 1960. Pouco depois, sua carreira decolou como membro do grupo The Techniques, que fazia parte da gravadora Treasure Isle, do produtor Duke Reid.

Com as técnicas, Kelly cantou em sucessos como eu gostaria que fosse chuva e amor não é uma aposta .

Na década de 1990, ele fez parte de uma técnica revivida ao lado de ex-membros Johnny Johnson e Lloyd Parks.

Kelly tinha cortado as datas de shows em 2017 devido a doença, mas em seu retorno em 2018, se apresentou no Reggae Geel na Bélgica, bem como em datas de clubes no sul da Flórida e no sul da Califórnia.

Pat Kelly também foi engenheiro de áudio treinado em eletrônica de áudio pela Massachusetts College of Technology. Ele trabalhou em sessões de gravação para Gregory Isaacs, Delroy Wilson e Johnny Clarke.



Fonte: jamaican observer / Wikipedia

terça-feira, 18 de junho de 2019

Novo single do Ponto de Equílibrio * Mais Amor* lançando videoclipe com participação de Tati Portella no dia dos Namorados

 Novo single da banda de reggae carioca Ponto de Equilíbrio. que foi lançada no último dia 12/06.



  Intitulada ‘MAIS AMOR’, a canção fala sobre a importância da fé - sentimento puro que tem alto poder de cura. Nessa faixa  traz a voz da gaúcha Tati Portella, que há 18 anos encanta à frente da banda Chimarruts, e agora grava seu primeiro disco solo.


Ponto de Equilíbrio lançou de forma oficial o videoclipe com participação de Tati Portella no Dia dos Namorados.

A nova música do Ponto de Equilíbrio ‘MAIS AMOR’ - que chega junto a um videoclipe - traz, em tom romântico, a história de um casal que clama por este sentimento puro, reforçando seu real valor e salientando a força da união em meio às bênçãos que o universo proporciona, se assim o desejar.

O single traz a voz da gaúcha Tati Portella em uma participação mais do que especial. A cantora, que está gravando seu primeiro álbum solo, conta que se sentiu em família com a banda. “Me identifico com o reggae raiz. Acredito que para uma música fluir, é essencial se ter coração, alma e dedicação”. Tati ficou nacionalmente conhecida por seu trabalho ao longo de 18 anos à frente da banda de reggae gaúcha, Chimarruts. “Levantamos a bandeira por mais amorosidade. Espero que esta canção toque o coração das pessoas e traga alento neste momento que estamos vivendo”, encerra.

Com a direção de Phill Mendonça, da Clã Filmes, o clipe teve as filmagens gravadas nas praias de Paraty, no Rio de Janeiro. A escolha pelo cenário em meio à natureza visa mostrar que se vivermos em harmonia com sentimentos e atitudes puras e do bem, o universo devolve da mesma forma. “Buscamos quebrar esta intolerância que atualmente vivemos uns com os outros. O amor é a resposta para a evolução da humanidade. Se transmitirmos o respeito, o cuidado uns com os outros e principalmente com a natureza, o mundo responde da mesma forma”, conta Marcelo Campos, percussionista do Ponto de Equilíbrio. 

A produção musical de ‘MAIS AMOR’ tem a assinatura da DOGZ, equipe composta pelos feras Ruxell, Pablo Bispo e Sérgio Santos. O lançamento foi 12 de junho, no canal oficial da banda no YouTube e plataformas digitais.

Letra

Água cristalina, luz que ilumina
a estrela mais brilhante vou te dar
eu trago
A seda mais fina cor de cajuína
te encontrei no fundo do meu mar
me traz calma
Paz na alma
Sol e praia
Santa kaya
não quero ouro, não
tesouro não
só voce aqui
vamos plantar então
no coração
o que nos faz feliz
Mais amor, por favor
Eu só quero um amor, é tudo que eu quero
Água cristalina, luz que ilumina
a estrela mais brilhante vou te dar
eu trago
A seda mais fina cor de cajuína
te encontrei no fundo do meu mar
me traz calma
Paz na alma
Sol e praia
Santa kaya
não quero ouro, não
tesouro não
só voce aqui
vamos plantar então
no coração
o que nos faz feliz
Mais amor, por favor
Eu só quero um amor, é tudo que eu quero
Mais amor, por favor
Eu só quero um amor, é tudo que eu quero
Mais amor, por favor
Eu só quero um amor, é tudo que eu quero

CRÉDITOS: Renan Yudi, Tati, Luiza Borges Assessoria em Comunicação

terça-feira, 4 de junho de 2019

Grupo Racionais MC's vai celebrar suas três décadas com turnê pelo Brasil!!!

Racionais MCs anunciam turnê por oito capitais em comemoração de três décadas de existência!

 

 Banda de Rap ficou conhecida por abordar temas de extrema relevância social em suas letras
Uma das bandas mais renomadas do Rap nacional e internacional aproveitou o começo desta semana para divulgar uma novidade um tanto quanto especial para os seus fãs. Celebrando três décadas de existência, os Racionais MCs viajarão o Brasil com seus principais sucessos. Mano Brown, Edi Rock, KL Jay e Ice Blue, responsáveis pela 'voz da comunidade', estarão acompanhados de uma banda com nada mais, nada menos do que doze músicos. 
 
 
Ao todo, oito capitais receberão as apresentações da turnê, que começará no dia 8 de junho, em Brasília e chegará ao fim podia 12 de outubro, em São Paulo, na casa de shows Credicard Hall. Além dos dois eventos, eles também passarão por Florianópolis, Recife, Salvador, Curitiba, Rio de Janeiro e Belo Horizonte. Ainda não se tem maiores informações sobre a venda e valores de ingressos. 
 
 
Há exatos 31 anos nas estradas musicais, o grupo, que surgiu em 1988, ficou marcado por realizar grandes críticas sociais em suas letras. Com isso, analisando o atual cenário do País e as grandes questões que seguem em aberto, em relação a população, os quatro líderes pensaram minuciosamente em quais canções entrariam para o repertório das apresentações que celebrariam os 31 anos da banda. 
 
 
Vivendo um momento um pouco mais calmo da carreira, os astros da música nacional também comemoram outro fator importantíssimo! Além da turnê, eles estão vendo de perto a produção cinematográfica da história da banda. Dois filmes trarão à tona a vida deles, o primeiro em um documentário, dirigido por Juliana Vicente e outro em forma de ficção, contando a saga dos Racionais MCs. Nenhum tem data prevista para estreia.

segunda-feira, 13 de maio de 2019

Sábado 18 de maio tem Reggae na Bahia

Neste sábado vai rolar o Surfo reggae Festival no Armazém Hall em Lauro de Freitas, BA com as atrações, A diva do Reggae DEZARIE, Mato Seco, Diamba e Vibrações e vocês não podem ficar de fora desse grande evento que chega para Movimentar a nação Regueira nesse final de semana tanto na Região Metropolitana quanto em Feira de Santana, vale lembrar que será duas Apresentações da Diva na Bahia, em Feira será no Arial Hall, é o Feira Reggae Music, com Dezarie, Mato Seco, Adão Negro e Edson Gomes, e os ingressos para esse showzaço na cidade você encontra nos balcões central Mix do Centro Comercial Maria Luiza e no Shopping Boulevard, corre que ainda dar tempo de comprar o seu.

Em Lauro vocês encontram os Ingressos nos balcões PIDA e no Salvador Tickets, então corre que dar tempo também de adquirir o seu e fazer parte dessa vibe.


SERVIÇO: Feira Reggae Music
ATRAÇÕES: Adão Negro, Dezarie, Edson Gomes, Mato Seco e Roça Sounds
ONDE: Aria Hall, av. Presidente Dutra S/N.
INGRESSOS: Balcões central mix e na bilheteria do Ária no dia do evento



SERVIÇO: Surfo Reggae Festival
ATRAÇÕES : Dezarie, Diamba, Mato Seco e Vibrações
ONDE: Armazém Hall,
Av. Luis Tarquinio Pontes, 2893 - Fazenda Pitangueira, Lauro de Freitas - BA, 42700-000
INGRESSOS: Nos balcões Pida, Salvador Ticktes, Pontos credenciados e na bilheteria do Armazém no dia do evento

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BATE VOLTA OFICIAL PARA ESSE EVENTO SAINDO DE FSA

quinta-feira, 9 de maio de 2019

Vem ai mais um Lançamento -" CORAÇÃO NYAHBINGHI" por "LUCAS KASTRUP & AMIGOS"

LUCAS TOCANDO TAMBOR
Crédito ANDRÉ MORO

Dia 21 de maio, Lucas Kastrup, baterista e um dos compositores da banda Ponto de Equilíbrio, lançará em todas as plataformas digitais um projeto histórico reunindo grandes cantores jamaicanos e brasileiros. ‘Coração Nyahbinghi: Lucas Kastrup & Amigos’ traz composições inéditas do músico e pesquisador, ao som dos tambores na batida do coração rastafári e com a participação das vozes dos brasileiros Helio Bentes, Marina Peralta, Dada Yute, Junior Dread, Solano Jacob, Ras Kadhu, Kuky Lughon e dos lendários jamaicanos “The Pioneers”, também Little Roy, Earl Sixteen e Ashanti Roy (Congos). 

Além dos tradicionais tambores Nyahbinghi que caracterizam a cultura rastafári, o projeto também inova ao incluir violinos, bandolim, alaúde, clarinete e outros instrumentos com músicos de peso, entre eles, Marcelo Bernardes (que acompanha Chico Buarque há mais de vinte anos). Os arranjos, mixagem, masterização, assim como a execução dos instrumentos de corda e a produção musical vem assinada por Ras Fernando Alves (Alq Miztah) no estúdio Hataka. 

LUCAS KASTRUP, um pouco sobre seu perfil

Apaixonado por pesquisa, tem formação na área de Antropologia. Inspirado pelo irmão mais velho, o Dr. Stevens, Lucas se aprofundou nos estudos e atualmente é mestre e doutor em Ciências Sociais na UERJ e possui pós-doutorado em Antropologia Social na UFRJ. Seu campo de estudos abrange a música e rituais religiosos. “No mestrado e doutorado pesquisei os hinos do Santo Daime, religião amazônica hoje expandida para todo o Brasil e em mais de 20 países”, conta. 

O baterista ainda desenvolve trabalho voluntário com crianças e jovens em uma escola pública, a Vila Céu do Mapiá - principal comunidade do Santo Daime, localizada no seio da floresta amazônica. Para chegar lá, Lucas pega um vôo até a capital Rio Branco, depois um carro por cinco horas até Boca do Acre, e então, uma canoa por mais oito horas no Rio Purus entrando na floresta. “Entre os espaços na agenda de shows, sempre encaixo uma visita”. O músico ainda realiza workshop chamado 'Na Batida do Reggae', uma junção da carreira acadêmica e a vida de músico na estrada. 

Desde 2016, ele já percorreu mais de 30 cidades com palestras sobre a história da música jamaicana e aulas de tambor e bateria. 



Créditos: Luiza Borges Assessoria em comunicação

sexta-feira, 3 de maio de 2019

Encontro das Tribos reúne Soja, Planet, Pitty, Maneva e mais 11 atrações



Prestes a completar 20 anos, o festival Encontro das Tribos reunirá nome do rock, pop e reggae na edição do próximo dia 11. 

Bandas como Soja, Planet Hemp, Pitty, Vitor Kley, Maneva, Armandinho e Rael se apresentarão no palco do estádio do Canindé, em São Paulo. 

As bandas 3030, Cidade Verde Sounds, Mato Seco e Ponto de Equilíbrio completam o line-up, que ainda contará com participações especiais de Planta & Raiz, Rincon Sapiência, Amanajé e Mitchell Brunnings, cantor holandês conhecido pela semelhança de sua voz com Bob Marley. 

Durante o evento, com mais de 15 horas de música divididos em dois palcos, artistas circularão pelo público apresentando shows pirotécnicos e pirofagia.

Uma das atrações mais aguardadas do festival, a banda Soja chega à São Paulo para apresentar seu mais recente álbum "Poetry in Motion" e clássicos de toda carreira. "Estamos muito ansiosos, Brasil. Será uma noite mágica", comenta Jacob Hemphill, vocalista. 

Dono dos hits "O Sol", "Morena" e "Adrenalizou", o cantor Vitor Kley diz que prepara uma surpresa especial. Tales de Polli, vocalista do Maneva, diz que tocar ao lado de artistas como Planet Hemp e Armandinho, que serviram de influência para a banda, é gratificante. 

Os ingressos custam a partir de R$100,00 e já estão à venda. 

Serviço: Encontro das Tribos com Soja, Planet Hemp, Pitty, Armandinho, Maneva, Vitor Kley, 33030, Rael, Cidade Verde Sounds, Mato Seco e Ponto de Equilíbrio Participações especiais: Planta & Raiz, Ricon Sapiência, Amanajé e Mitchell Brunings. 

Quando: 11 de maio - sábado, às 14h 
Onde: Estádio do Canindé - R. Comendador Nestor Pereira, 33 - Canindé - São Paulo/SP 

Inf: www.clubedoingresso.com

Fonte:UOL>>>>>>

quarta-feira, 24 de abril de 2019

Banda Mont Zaion irá gravar mais um DVD na Micareta de Feira

A Banda Mont Zaion irá se apresentar mais uma vez na Micareta de Feira de Santana, será no Circuito Perola Negra, no palco fixo, e na ocasião será gravado mais uma vez um DVD de forma Ao vivo na festa, lembrando que a banda já fez outra gravação no ano de 2008.

Será no dia 26 de abril. ( sexta-feira de Micareta) então convocamos a todos para celebrar e prestigiar esse excelente momento da carreira da Banda.

Momento único para quem não acompanhou a 11 anos atrás, também no circuito da Micareta de Feira.

E vale lembrar que a banda é uma referencia no Reggae da cidade onde já teve o prazer de se apresentar com grandes nomes nacionais e internacionais da musica Jamaicana. 

E hoje com uma roupagem totalmente inovada, está sempre se apresentando em muitos eventos, não só da nossa cidade, mas também nas cidades circunvizinhas, levando sempre um pouco de paz e positividade, através da musica de Jah.

Então anota ai.

segunda-feira, 22 de abril de 2019

Micareta de Feira de Santana 2019

Mais uma vez o ponta pé vai ser dado, É a Micareta de Feira de Santana que vem chegando  entre os dias 25 a 28 de abril a maior Micareta que sacode o Brasil, neste ano de 2019 devido ao corte de orçamento e falta de patrocínio de cervejaria, teremos uma reduzida na grade de atrações como de costume, mas não quer dizer que não vamos ter o Reggae na avenida, diminuiu sim, ao longo dos anos no "Circuito Quilombola", que hoje se chama  "Perola Negra", mas neste ano as apresentações das bandas que será no palco (palco J. Morbeck), antes costumava a receber entre 4 a 5 atrações por dia dedicadas ao ritmo Jamaicano no circuito quilombola, sendo elas em seu total ou quase todas de nossa cidade, e as poucas que foram selecionadas iram dar o seu melhor no Palco, e nós que gostamos muito de ver nossas atrações brilharem com sua positividade e musicas de paz, esperamos   ano que vem e nos anos seguintes a situação possa está bem melhor para o Cenário da musicalidade Reggae local, e elas possam retornar a se apresentar na Avenida, mas não é só no palco fixo que vamos ter atrações de reggae não, Ainda vamos ter os Desfiles dos tradicionais Blocos da Cidade, que são eles " EXPRESSO DO REGGAE e BLOCO QUILOMBO" Já na próxima Quinta-feira 25/04. Vamos ter a honra de Curtir O  Expresso do Reggae e o comando ficará por conta de  SINE CALMON & BANDA MORRÂO FUMEGANTE, que retorna a nossa cidade e voltando a puxar O Bloco onde o mesmo gravou um DVD no ano de 2010, Já no Sábado 27/04. Será a vez do Bloco Quilombo, com 20 anos de Resistência na avenida vem com toda sua positividade e trazendo com toda sua energia, pois quem vai arrastar a multidão é uma galera boa de Feira de Santana que se uniu e formou o UNIDOS PELO REGGAE mais o convidado Val Caetano da banda Dissidência, Ainda no Circuito Maneca Ferreira, iremos ter o Grande Reggae man EDSON GOMES, mais um ano fazendo a festa  de todo folião que irá se deslocar para curtir a Micareta de Feira, Edson se apresentará na Sexta feira, 26/04. As 23h:30m. também na sexta feira Destacamos  que no palco irá acontecer a gravação do DVD da banda MONT ZAION, fazendo necessário nosso comparecimento.


                                              



Adquira seu abadá corre que ainda dar tempo

Então anota o dia e a hora de cada atração.


Fonte: Pagina Oficial da Micareta de Feira

QUINTA

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 ( Nenhuma atração da Reggae music neste dia)

SEXTA

19:00 –  *
20:00 –  *
21:00 –  *
22:00 –  *
23:00 – MONTE ZAION
00:00 –  *

SÁBADO

15:00 –  *
16:00 –  *
17:00 – BETO MARAVILHA
18:00 –  *
19:00 –  *
20:00 –  *
21:00 – ISAQUE GOMES
22:00 – JORGE DE ANGÉLICA
23:00 – GILSAN E BANDA

DOMINGO

14: 00 – TOM BROWN
15:00 –  *
16:00 –  *
17:00 – JAH PEOPLE
18:00 –  *
19:00 – ABORDAGEM
20:00 – ROÇA SOUND
21:00 –  *
22:00 – LIBÚ DO REGGAE

Por Click Reggae Feira

terça-feira, 16 de abril de 2019

Banda de Reggae Baiana ``Shamayim Zion`` faz parceria com a gravadora jamaicana



Banda de Reggae Baiana ``Shamayim Zion`` faz parceria com a gravadora Jamaicana `` FIRE BALL RECORD``e lança single com participações especial dos jamaicano Suga Roy & THE FIREBALL CREW, Conrad Crystal and Zareb.

O single intitulado ´´Levante``Foi mixado por ``Soldgie`` original engenheiro de som do ``Channel Studio 1 da Jamaica``,que também mixou para artistas conhecido internacionalmente, como Dennis Brown, John Holt. Peter Broggs, Black Uhuru entre outros.

o Single estará disponível nas plataformas de áudio a partir do dia 18 de abril.
E também fará parte do próximo álbum da banda.

Aproveite e baixe esse EP. da banda Shamayim Zion e ouça suas belíssimas letras. >>>Shamayim Zion




Saiba mais do Artista Acessando o site: Sugar Roy&The Fireball

Veja como a filha de Bob Marley ajudou a levar a seleção feminina da Jamaica ao primeiro Mundial

Cedella Marley é embaixadora global do futebol feminino no país; estreia será contra o Brasil



Quando o sobrenome Marley está em evidência, o mais natural (e até automático) é associá-lo ao reggae, estilo musical de Bob, o mais famoso da família. Só que dessa vez o protagonismo está com uma mulher, Cedella, filha do cantor. E o assunto não é música. É futebol.

Atualmente, Cedella Marley, de 51 anos, é embaixadora global do futebol feminino na Jamaica. E, apesar de também ter herdado o dom para a música, sua principal vocação é com a moda. Ela chegou a desenhar o uniforme que seu compatriota, o ex-velocista Usain Bolt, vestiu nas Olimpíadas de 2012, em Londres.

O caminho para o futebol só surgiu depois que seu filho mais novo, voltando de um treino, trouxe para casa um folheto. Nele, havia uma mensagem: "Apoie as Reggae Girlz". A partir daí, mostrou interesse pelo assunto e, na sequência, assumiu o cargo na Federação de Futebol da Jamaica.

 Decidi me envolver depois que vi que elas eram um grupo de jovens atletas talentoso, com a paixão pelo futebol. E eu acredito que todos têm o direito de lutar por seus sonhos – disse Cedella.
O apoio pedido pelas Reggae Girlz chegou às mãos de Cedella como um pedido de socorro. O time de futebol feminino da Jamaica tinha ficado três anos sem jogar e, após boa campanha na Copa Ouro, preliminar às Eliminatórias do Mundial do Canadá, em 2015, buscava patrocínio para se manter em atividade.

Cedella, então, resolveu colocar a Fundação Bob Marley como patrocinadora máster do time. De lá para cá, as coisas melhoraram para as Reggae Girlz. Mais patrocínios, mais estrutura e a sonhada vaga na Copa do Mundo da França, em 2019. Uma história de cinema para a filha do Rei do Reggae.

 As meninas saíram de praticamente uma situação de extinção para alcançar marcas históricas. A história é definitivamente feita daquilo que se fazem os sonhos, e é por isso que eu sinto como se fosse um filme da Disney, que, antes, esperava para acontecer. E, agora, está acontecendo – contou.

Idealizadora de não somente um projeto, mas de um movimento, Cedella Marley não precisou pensar muito para escolher a trilha sonora deste filme. Com direito, é claro, a reggae e Bob Marley.

 Com certeza, seria “Get Up, Stand Up”. E eu acho que é autoexplicativo, porque ao invés de dizer “Preacher man, don’t tell me: Heaven is under the hell” (homem pregador, não me diga que o céu está sob o inferno), nós devemos, num geral, dizer que ninguém pode nos falar, como mulheres, que deveríamos nos barrar e não ser vistas, ouvidas ou não jogar futebol – explicou.

Não tivesse dado certo como cantor, Bob Marley gostaria de ter se arriscado nos campos de futebol. Como o futebol já estava nos sonhos do pai de Cedella, a embaixadora acredita que Bob, que morreu em 1981, estaria orgulhoso de sua missão com as Reggae Girlz.

 Meu pai amava futebol. Ele sempre me dizia que se não fosse músico, teria sido jogador. Eu acredito que ele esteja feliz e ansioso para ver as Reggae Girlz fazendo história, e orgulhoso da sua família e sua fundação, por serem responsáveis por isso – disse.

A estreia da seleção jamaicana na Copa do Mundo da França será contra o Brasil, no dia 9 de junho, às 11h30 (de Brasília). A TV Globo e o GloboEsporte.com irão transmitir não apenas este, m todos os jogos da Seleção. O SporTV exibirá também outras partidas da competição.

Seleção feminina da Jamaica vai disputar pela primeira vez a Copa do Mundo 

Veja a entrevista com Cedella Marley na íntegra:

Por que você decidiu patrocinar as Reggae Girlz e como se envolveu com isso? 

 Há mais ou menos cinco anos, meu filho mais novo trouxe um folheto, que o técnico dele de futebol entregou, pedindo às pessoas: "Torça para as Reggae Girlz". Antes daquilo, eu não sabia que existia um time de futebol feminino na Jamaica. Decidi me envolver depois que vi que elas eram um grupo de jovens atletas talentoso, com a paixão pelo futebol. E eu acredito que todos têm o direito de lutar por seus sonhos. Procurei a Federação Jamaicana de Futebol, e o presidente da época (já falecido) Capitão Horace Burrel me chamou para ser embaixadora global do futebol feminino.

Conte um pouco mais sobre este patrocínio. Como ele funciona?

 Como embaixadora, meu principal objetivo é aumentar a conscientização sobre as Reggae Girlz e tentar ajudá-las a ganhar o apoio que precisam para se preparem às competições. A Fundação Bob Marley é uma organização independente que não visa lucros, baseada fundamentalmente na Jamaica. Nossa missão é impactar positivamente àqueles que estão a nossa volta, de forma consistente e sustentável. Nós temos parcerias com várias organizações para promover assistência médica, livros escolares, e diferentes programas focados em acadêmicos, música, esportes e outros aspectos da sociedade e cultura. Foi um processo natural à fundação se tornar a patrocinadora master para trazer parceiros, como a Fundação Alacran.

O que a classificação para o Mundial da França significa à Jamaica?

 Bom, sendo o primeiro time feminino da região do Caribe a se qualificar para a Copa do Mundo, isso já significa muito. A gente chegou perto em 2014, assim como Trinidad e Tobago, isso é um momento muito especial, não somente pela Jamaica, mas para toda a região. Historicamente, o futebol no Caribe é visto como um esporte para homens, e as jogadoras não eram levadas a sério. Isso, em termos de financiamento e apoio em geral. Esta é a real mudança, na nossa percepção. E eu acredito que o time já é uma inspiração para todo mundo, especialmente para meninas jovens.

Você disse que seu pai ficaria orgulhoso ao ver tudo o que está acontecendo. O que acha que ele diria se estivesse vivo? 

 Meu pai amava futebol. Ele sempre me dizia que se não fosse músico, teria sido jogador. Quando jovem, ele usava seus talentos e a ética de trabalho para promover não somente a si, como às pessoas em sua volta. Eu acredito que ele esteja feliz e ansioso para ver as Reggae Girlz fazendo história, e orgulhoso da sua família e sua fundação, por serem responsáveis por isso. Então, depois de acalmar os ânimos por ver as garotas chegando até lá, acredito que ele pensaria o seguinte: "Ok, então o que vem depois? Precisamos ter certeza de que elas terão tudo de melhor para alcançarem aquilo que elas realmente querem". O que você planta é o que você colhe.

Você também chegou a falar que a seleção feminina jamaicana era como um "filme da Disney a ser feito". Você pode explicar melhor esta história, por favor?

– Se você assistir a qualquer filme da Disney, ele começa com alguém que está tentando conseguir algo, aí tem o vilão, que tenta atrapalhar o caminho desta pessoa do ponto A ao B. Neste enredo, o protagonista conhece alguém que acredita em seus sonhos e começa a ajudá-lo. E é assim que tudo se torna próspero. Foi neste sentido que eu disse que isso é como um filme da Disney, porque, de fato, as meninas saíram praticamente de uma situação de extinção para alcançar marcas histórias. Então, a história é definitivamente feita daquilo que se compõe os sonhos e é por isso que eu sinto como se fosse um filme da Disney, que, antes, esperava para acontecer. E, agora, está acontecendo.

E se você pudesse decidir o enredo deste filme? Como seria? 

 É óbvio que eu gostaria que elas fossem campeãs, mas chegar à Copa do Mundo já é avançar o próximo capítulo do futebol feminino jamaicano. O primeiro capítulo seria a nossa jornada até a França e todos nós sabemos que isso já é algo para colocarmos em nossos livros de história. A partir daí, eu vejo as Reggae Girlz, e o Caribe como um todo, se preparando para a estreia no Mundial, investindo mais tempo, talento e paixão para estabelecer a nossa região como uma séria comunidade do futebol feminino. Eu acho que isso só tem feito as pessoas abrirem os olhos para assistirem ao que realmente está acontecendo na nossa região. E eu espero que isso traga a mudança.


A Jamaica vai ser o primeiro adversário do Brasil no Mundial da França. Como as meninas estão se preparando para encarar um time com mais experiência?

 Você vai me contar como o Brasil está se preparando? É segredo (risos). Então, basicamente, as minhas irmãs brasileiras também estão jogando com talento bruto, garra e determinação. E é isso que temos em comum. Não somente com o Brasil, mas com os outros times da região. As nossas Reggae Girlz têm atuado em alguns amistosos e têm tido boa performance. Ganhamos da África do Sul por 1 a 0 num amistoso. Estamos dando o nosso melhor com o que temos e espero que a gente consiga bons resultados.

Para fechar, se você pudesse escolher uma música do Bob Marley para representar a seleção da Jamaica, qual seria? 

 Com certeza, seria “Get Up, Stand Up”. E eu acho que é autoexplicativo, porque ao invés de dizer “Preacher man, don’t tell me: Heaven is under the hell” (homem pregador, não me diga que o céu está sob o inferno), nós devemos, num geral, dizer que ninguém pode nos falar, como mulheres, que deveríamos nos barrar e não ser vistas, ouvidas ou não jogar futebol. Isso não vai acontecer. Então, definitivamente, “Get Up, Stand Up” seria a música que eu iria escolher para todos os programas que envolvessem mulheres no mundo a fora. E essa música deveria ser um hino para todos os times femininos que estão na Copa do Mundo. É o hino do movimento.

Fonte: GLOBO

sábado, 16 de fevereiro de 2019

Marcelo Falcão quer falar de educação antes de debater legalização da maconha

 O clipe de "Só Por Você", Marcelo Falcão acende um isqueiro e solta uma grande baforada de fumaça. 
 
Na letra, o ex-vocalista d'O Rappa canta "só com você eu sinto me curar". Não por acaso, a faixa tem significativos 4:20 de duração, um número que faz referência ao consumo da maconha. A música, que está no primeiro disco solo de Falcão, "VIVER (mais leve que o ar)", que chega hoje às lojas e em todas as plataformas de streaming, não fala abertamente sobre a erva, mas a mensagem de Falcão foi dada. 

Por que, então, não falar abertamente sobre a descriminalização da maconha? "Porque primeiro precisamos falar sobre o que a gente mais precisa: educação", diz o cantor, que na infância achou que tivesse epilepsia e fez um tratamento pesado contra a doença, que poderia ter sido amenizado com o uso medicinal da erva. 

"Eu tenho amigos que têm condições de fazer o óleo medicinal. Conheço um montão de gente que depende desse tipo de medicamento. Eu sei exatamente como essas pessoas se sentem por eu já ter me sentido assim achando que eu poderia ter tido epilepsia", afirmou. "Mas eu sou um rasta nacional e tenho a convicção de que, primeiro, precisamos melhorar a educação e a saúde. Para falar sobre esse assunto, só com educação. Do contrário, vão nos julgar dizendo que estamos querendo legalizar uma coisa que, ainda, é crime.

Paixão por vinil

 A outra paixão de Falcão é o vinil, refletida na capa do disco, que remete a um envelope amassado de LP velho. "Sou um grande colecionador de vinil e amo reggae. Viajo muito para a Jamaica, visito Trenchtown, em Kingston, para ver shows e comprar LPs para a minha coleção. Tenho grandes amigos DJs jamaicanos", disse. "Meu novo disco tem esse viés de reggae. Foi por isso que fiz questão de incluir uma big band de soul, com naipes de metal.

Nos próximos dias, Falcão vai mandar prensar uma leva de LPs de seu novo álbum. "Vou fazer a venda direta no meu site. Faço questão. E os primeiros discos que saírem, vou dar de presente para vários DJs do país". Ao contrário do Rappa, em que as letras versavam sobre mazelas políticas e ácidas críticas sociais, em seu primeiro álbum solo, Falcão canta sobre amor, vida, casamento e os fãs. O rock pesado de outrora ficou de lado e ele entrega faixas com mais reggae, dub e ska, alinhadas com suas influências musicais atuais.

Religiosidade 

Todas as faixas do álbum foram compostas por Falcão, exceto a última, que é a Oração de São Francisco. A religiosidade de Falcão pode ser sentida em todo o disco, reflexo da sua vida pessoal. No antebraço, o cantor carrega tatuado o nome "Jesus Cristo", além de outras imagens santas, e no pulso, ostenta uma pulseira com a cruz de São Bento. "Para proteger a minha voz".

"Fui batizado católico. Minha mãe é muito católica. Mas eu sou um curioso em religião. Procuro sempre qual vai levar o homem para o melhor lugar sem pedir nada em troca. A oração de São Francisco, por exemplo, é comungada por várias religiões", afirmou.

 Falcão contou que só ficou à vontade em eexplorar toda a sua religiosidade quando notou que seus ídolos Jorge Ben Jor e Jorge Aragão gravaram músicas com o tema. "Jorge Ben tem a Oração de São Jorge e o Jorge Aragão fez aquela maravilhosa interpretação de Ave Maria no cavaquinho. Quantas almas eles não trouxeram para o universo deles?".

Marcelo Yuka O disco de Falcão sai quase um mês depois da morte de seu ex-colega de banda, Marcelo Yuka. Sobre a morte do amigo, Falcão contou por que não foi ao velório.

"Sou muito respeitoso. Vivi sete anos maravilhosos com o Yuka no Rappa. Mas, depois que ele saiu da banda, a gente parou de se falar. Eu estava 18 anos sem falar com ele. Perdemos um grande cara, tenho ele guardado no meu coração, mas eu jamais desrespeitaria a família. 

Não dá para ficar 18 anos sem falar com uma pessoa e depois aparecer no velório", contou. "Além disso, eu não lido bem com a morte. Ainda estou aprendendo a perder pessoas queridas.
Fiquei muito abalado com a morte do Ricardo Boechat













Créditos: Marcelo Falcão / UOL

quarta-feira, 30 de janeiro de 2019

Feira Reggae Music aporta em Feira de Santana no mês de Maio, saiba mais aqui

 
Considerada por muitos como a diva do Reggae Mundial, DEZARIE vem a nossa cidade pela primeira vez e promete um dos melhores shows Internacionais do ano, já que nossa cidade ficou carente de grandes atrações Internacionais por alguns anos, e como grande já está a ansiedade por esse momento,  O anuncio desse grande evento pegou muita gente de surpresa e badalou as Rede Sociais, nesse inicio de semana, onde pessoas de varias cidades e estados tem nos contactados para saber a veracidade da informação e fomos buscar a informação concreta por meios de pessoas ligadas as atrações e realização do evento, para sim dar o aval e confirmação e apoio total necessário para mais um Grande Evento de Reggae na cidade, Que venha o FEIRA REGGAE MUSIC, que venha o ADÂO NEGRO, MATO SECO, DEZARIE e muito mais, será dia 18 de maio no Aria Hall.

E os Ingressos já estão disponíveis nos balcões credenciados. Adquira logo a preço de 1º lote.

Olodum homenageia Iemanjá em ensaio de carnaval neste domingo

Os tambores mais famosos do planeta vão encantar baianos e turistas neste domingo 3 de fevereiro, durante ensaio de carnaval. A banda Olodum vai homenagear Iemanjá, a rainha do mar, também conhecida como divindade das águas salgadas.  Batizada de Festa da Sereia, o ensaio que acontece a partir das 14 horas, na Praça Tereza Batista, no Pelourinho e será uma prévia de como vai ser o carnaval do grupo.


Os presentes poderão conferir um repertório especial, repleto de sucessos, ao som inconfundível dos tambores do grupo percussivo. Com patrocínio da Avianca, o Olodum vai cantar e encantar os presentes. O próximo Ensaio do Bloco no dia 17/02.



OLODUM PELO MUNDO

O Olodum se consagrou como um dos grupos musicais brasileiros de maior prestígio internacional, já tendo se apresentado em 37 países, em todos os continentes e com grande sucesso de público e vendas, de música e cultura por onde se apresentou no mundo. Por onde toquem os tambores do Olodum, pulsa o coração da Bahia com a vibração positiva de uma história marcada pela musicalidade e cidadania.
A Banda Olodum revolucionou a linguagem da música brasileira e do carnaval baiano por meio da criação do Samba Reggae, com sucesso, aceitação popular e também pela crítica.

 
SERVIÇO

Ensaio do Bloco Olodum 2019
ATRAÇÕES:  Banda Olodum
LOCAL: Praça Tereza Batista
ENDEREÇO: Rua Gregório de Matos, 6 – Pelourinho
Censura 10 anos
QUANDO: Dia 3 de fevereiro (Domingo)
HORÁRIO: 14 às 18hs
VALOR: R$ 50,00 (meia promocional)

INFORMAÇÕES: (71) 3321-5010/4154


Créditos: Laboratório da Noticia

Mike Love se apresenta em Salvador

Artista do Havaí faz show nesta sexta-feira no Happy Reggae do Adão Negro
 

 Sexta-feira, dia 1, tem artista de reggae internacional em Salvador. A prévia da festa de Iemanjá, no Rio Vermelho, será ao som do compositor/letrista e arranjador Mike Love. Nascido em O'ahu, Hawai'i o reggaeman, que pela primeira vez vem ao Brasil, participará do Happy Reggae, projeto do Adão Negro que todas as sextas-feiras leva boa musica ao Coliseu do Forró. A abertura da casa é às 22 horas.

 Considerado umas das apostas da musica contemporânea mundial, já passou por eventos como California Roots (EUA), Byron Bay Bluesfest (Austrália), Jungle Jam (Costa Rica), NZ Soundsplash (Nova Zelândia), Montreal Jazz Fest (Canadá), Woodstock Festival (Polônia), Reggae Sun Ska (França), Summer Vibration (França), Irie Vibes (Belgica), Pachamama Festival (Suíça), Ancient Trance (Alemanha), Boomtown Fair (Reino Unido), Festival Musica de Mundo (Portugal) e Memorial Bob (Taiti).

No show, mistura de sons como rock progressivo e clássico, pop, R&B, soul, blues, flamenco e jazz, com mensagens baseadas na musica Reggae e Rastafari. É dono de canções como I Love You e No Regrets, presentes no albúm Love Overflowing.

Adão Negro - Na apresentação do Adão, os clássicos de mais de 20 anos de carreira serão apresentados, além das novas canções. Destaque para o single inédito Pensa e Faz, produzido pelo Adão e o Beatmaker Del Jay, que acabou de ser lançado o audio nas plataformas digitais e o videoclipe na VEVO.  A composição dividida por Sergio, Del Jay, os rappers Dow Raiz e Ogui, juntamente com o compositor Peu Del Rey, marca nova fase na produção da Adão Negro.



Serviço:

"Happy Reggae - Edição Especial Internacional"

Programação:

22:00H. Abertura da casa

23:00H Adão Negro e Convidados

01:00H Mike Love.

Quando: Sexta-feira (01/02)

Onde: Coliseu do Forró

Endereço: Praça Colombo, 80  Rio Vermelho (próximo a churrascaria Fogo de Chão)

Primeiro Lote: 40,00

Créditos: Laboratório da Noticia




sexta-feira, 11 de janeiro de 2019

Happy Reggae do Adão 2019

Happy Reggae do Adão Negro convida Adelmo Casé, Peu Del Rei e Lucas Deluti


 Depois de uma pausa de duas semanas, o Happy Reggae do Adão Negro retorna nesta sexta-feira (11), em grande estilo. Nesta edição, o público vai poder curtir o que há de melhor da música baiana.

Para a primeira apresentação de 2019, os convidados são Adelmo Casé, Peu Del Rei e Lucas Deluti. A festa, que acontece no Coliseu do Forró, no Rio Vermelho, a partir das 22 horas, será uma mistura de ritmos.

No show, o Adão vai levar para os presentes os clássicos de mais de 20 anos de carreira, além das novas canções. Destaque para o single inédito Pensa e Faz, produzido pelo Adão e o Beatmaker Del Jay.  A composição dividida por Sergio, Del Jay, os rappers Dow Raiz e Ogui, juntamente com o compositor Peu Del Rey, marca nova fase na produção da Adão Negro.

Serviço

Sexta Happy Reggae Adão Negro

Participação:  Adelmo Casé, Peu Del Rei e Lucas Deluti

Quando: Sexta-feira  (11/01)

Horário: A partir das 18 às 22 horas

Onde: Coliseu do Forró

Endereço: Praça Colombo, 80  Rio Vermelho (próximo a churrascaria Fogo de Chão)

Couver: R$20,00



Fonte: http://ty.com.adão

quinta-feira, 6 de dezembro de 2018

Olodum e Alpha Blondy no Festival de Verão 2018

Os tambores do Olodum vão encantar baianos e turistas.
O Olodum que já participou de shows de músicos do ‘top’ de Michael Jackson e Simon & Garfunkel agora vai fazer uma participação no show de Alpha Blondy, que acontece neste sábado (8), no Festival de Verão de Salvador 2018.

O Olodum vai levar o que há de melhor da música baiana para o público do festival. A apresentação será uma previa do que vai acontecer no Carnaval 2019. A Alpha Blondy é a penúltima atração do festival no sábado.

O Olodum se consagrou como um dos grupos musicais brasileiros de maior prestígio internacional, já tendo se apresentado em trinta e sete países, em todos os continentes e com grande sucesso de público e vendas, de música e cultura por onde se apresentou no mundo. Por onde toquem os tambores do Olodum, pulsa o coração da Bahia, com a vibração positiva de uma história marcada pela musicalidade e cidadania.

O Festival de Verão será realizado no sábado e domingo (9), na Arena Fonte Nova. Os ingressos podem ser adquiridos no site do FV 2018 ou em pontos de venda físicos, em shoppings da capital baiana.





Serviço

Data: 8/12 (sábado)

Horário de abertura dos portões: 14h

Local: Arena Fonte Nova, em Salvador
Endereço: Ladeira da Fonte das Pedras, s/n - Nazaré, Salvador - BA, 40050-565


Ingressos:


Sábado, 08/12/2018

Espaço Mix – R$ 65 (meia) e R$ 130 (inteira)
Espaço Vibe – R$ 165,00
Lounge Fly – R$ 310 (Masc) e R$ 290 (Fem)



Pontos de Venda FV 2018:

Shopping da Bahia - Av. Tancredo Neves, 148, Caminho das Árvores, Salvador – BA
Loja Oficial #FV – Piso 3
Loja South – Piso 2
Shopping Bela Vista - Al. Euvaldo Luz, 92, Horto Bela Vista, Salvador – BA
Loja South – Piso L1 Centro
Shopping Paralela - Av. Luís Viana, 8544, Alphaville, Salvador – BA
Loja South – Piso L1
Salvador Shopping - Avenida Tancredo Neves, 3133, Salvador – BA
Balcão Pida – Piso L1
Salvador Norte Shopping - Rodovia BA-526, nº 305. São Cristóvão, Salvador – BA
Loja South – Piso L1
Shopping Piedade - Rua Junqueira Ayres, nº 165, Barris, Salvador – BA
Balcão Pida
Shopping Center Lapa - Rua Portão da Piedade, 155, Piedade, Salvador – BA
Loja South – Piso 2
Shopping Barra - Av. Centenário, 2992, Barra, Salvador – BA
Loja Imaginarium – Piso L2 Norte


Créditos: Laboratório da Noticia
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