quinta-feira, 9 de maio de 2019

Vem ai mais um Lançamento -" CORAÇÃO NYAHBINGHI" por "LUCAS KASTRUP & AMIGOS"

LUCAS TOCANDO TAMBOR
Crédito ANDRÉ MORO

Dia 21 de maio, Lucas Kastrup, baterista e um dos compositores da banda Ponto de Equilíbrio, lançará em todas as plataformas digitais um projeto histórico reunindo grandes cantores jamaicanos e brasileiros. ‘Coração Nyahbinghi: Lucas Kastrup & Amigos’ traz composições inéditas do músico e pesquisador, ao som dos tambores na batida do coração rastafári e com a participação das vozes dos brasileiros Helio Bentes, Marina Peralta, Dada Yute, Junior Dread, Solano Jacob, Ras Kadhu, Kuky Lughon e dos lendários jamaicanos “The Pioneers”, também Little Roy, Earl Sixteen e Ashanti Roy (Congos). 

Além dos tradicionais tambores Nyahbinghi que caracterizam a cultura rastafári, o projeto também inova ao incluir violinos, bandolim, alaúde, clarinete e outros instrumentos com músicos de peso, entre eles, Marcelo Bernardes (que acompanha Chico Buarque há mais de vinte anos). Os arranjos, mixagem, masterização, assim como a execução dos instrumentos de corda e a produção musical vem assinada por Ras Fernando Alves (Alq Miztah) no estúdio Hataka. 

LUCAS KASTRUP, um pouco sobre seu perfil

Apaixonado por pesquisa, tem formação na área de Antropologia. Inspirado pelo irmão mais velho, o Dr. Stevens, Lucas se aprofundou nos estudos e atualmente é mestre e doutor em Ciências Sociais na UERJ e possui pós-doutorado em Antropologia Social na UFRJ. Seu campo de estudos abrange a música e rituais religiosos. “No mestrado e doutorado pesquisei os hinos do Santo Daime, religião amazônica hoje expandida para todo o Brasil e em mais de 20 países”, conta. 

O baterista ainda desenvolve trabalho voluntário com crianças e jovens em uma escola pública, a Vila Céu do Mapiá - principal comunidade do Santo Daime, localizada no seio da floresta amazônica. Para chegar lá, Lucas pega um vôo até a capital Rio Branco, depois um carro por cinco horas até Boca do Acre, e então, uma canoa por mais oito horas no Rio Purus entrando na floresta. “Entre os espaços na agenda de shows, sempre encaixo uma visita”. O músico ainda realiza workshop chamado 'Na Batida do Reggae', uma junção da carreira acadêmica e a vida de músico na estrada. 

Desde 2016, ele já percorreu mais de 30 cidades com palestras sobre a história da música jamaicana e aulas de tambor e bateria. 



Créditos: Luiza Borges Assessoria em comunicação
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