Neste domingo tem o grande lançamento do Bloco Quilombo 2026 e você é o nosso convidado venha fazer parte dessa grande celebração aqui na varanda cultural em Feira de Santana e será aberto ao público.
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#reggae #blocoquilombo #feiradesantana
Neste domingo tem o grande lançamento do Bloco Quilombo 2026 e você é o nosso convidado venha fazer parte dessa grande celebração aqui na varanda cultural em Feira de Santana e será aberto ao público.
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O artista obteve uma boa evolução clínica e após a saída do hospital deve permanecer com o acompanhamento ambulatorial O cantor baiano Edson Gomes, um dos maiores nomes do reggae nacional, recebeu alta hospitalar na manhã deste sábado (8) pelo Hospital Emec, em Feira de Santana. Ele estava internado desde a última segunda-feira (3), quando deu entrada na unidade de semi-UTI, em razão da diabetes, que apresentou níveis glicêmicos elevados.
Ao portal Acorda Cidade, o médico nefrologista Getúlio da Silva Barbosa, que realizou o acompanhamento do artista, informou que, além da diabetes, Edson Gomes também realizou o tratamento para hipertensão arterial e nefropatia diabética crônica agudizada, que retornou ao normal após a boa evolução do quadro de saúde.
Durante a semana, no entanto, o artista obteve uma boa evolução clínica e após a saída do hospital deve permanecer com o acompanhamento ambulatorial das comorbidades.
Agenda de shows será mantida
A Assessoria de Comunicação do artista informou na última quinta-feira (6) que a agenda de shows do artista seria mantida, uma vez que Edson Gomes está bem, consciente e estável, fora de qualquer risco.
Após tranquilizar os fãs, a equipe confirmou que o ícone do reaggae irá retomar as apresentações a partir deste domingo (9).
Apresentação solo na Concha Acústica
Antes de apresentar problemas de saúde e ser internado em Feira de Santana, o cantor, com mais de 40 anos de carreira e visto como referência nacional do reggae, realizou no domingo (2), pela primeira vez, uma apresentação solo no teatro da Concha Acústica, em Salvador.
O evento foi um marco para a trajetória do artista e celebrou sua contribuição para a Música Popular Brasileira (MPB).
Segundo a equipe do artista, Edson passou mal porque não estava se alimentando de maneira adequada e fazia uso de medicamentos para tratar uma inflamação na garganta. Somado a isso, o artista vinha enfrentando uma rotina intensa de shows. “É uma rotina puxada de shows. Foi uma somatização de fatores que fez com que ele passasse mal”, disse a equipe.
A equipe também tranquilizou fãs e admiradores ao informar que o cantor deverá receber alta nos próximos dias e retomará normalmente sua agenda
Segundo a agenda do artista, Edson tinha um show marcado para a quinta, mas devido ao quadro de saúde, ele permaneceu internado.
Um dos principais nomes do reggae no país, Edson Gomes construiu uma carreira marcada por letras de forte conteúdo racial, social e político.
O cantor Edson Gomes, um dos maiores nomes do reggae nacional e referência do gênero no Recôncavo Baiano, permanece internado desde a última segunda-feira (3) em uma unidade de semi-UTI, do Hospital Emec, em Feira de Santana, para monitoramento clínico e controle dos níveis glicêmicos em razão de um quadro de diabetes.
Em nota oficial divulgada nesta quinta-feira (6), a assessoria de comunicação do artista informou que Edson Gomes está bem, consciente, estável e fora de qualquer risco. Segundo o comunicado, a permanência no hospital ocorre por precaução e para acompanhamento
A equipe também tranquilizou fãs e admiradores ao informar que o cantor deverá receber alta nos próximos dias e retomará normalmente sua agenda de apresentações a partir de domingo (9), conforme a programação já divulgada.
Segundo a agenda do artista, Edson tinha um show marcado para esta quinta, mas devido ao quadro de saúde, ele permanece internado. O último show do cantor na região de Feira, foi no Festival de Inverno de São Gonçalo dos Campos, no dia 26 de julho.
Reconhecido como um dos principais representantes do reggae brasileiro, Edson Gomes construiu uma carreira marcada por letras de forte conteúdo racial, social e político. Natural de Cachoeira e morador de São Félix, o artista se tornou uma referência do reggae no Recôncavo Baiano e influenciou gerações de músicos, consolidando seu nome como um dos mais importantes do gênero no país.
Na nota, a assessoria agradeceu as manifestações de carinho, as orações e a compreensão do público durante o período de recuperação do cantor.
Ícone do reggae nacional, Edson Gomes dá entrada na UTI em hospital de Feira de Santana
O compositor baiano estava acompanhado da esposa, que não quis fornecer mais detalhes sobre o estado de saúde dele
O compositor baiano estava acompanhado da esposa, que não quis fornecer mais detalhes sobre o estado de saúde dele
Na manhã desta segunda-feira (3), o cantor baiano Edson Gomes, de 71 anos, deu entrada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Emec, em Feira de Santana.
Segundo informações preliminares obtidas pelo Acorda Cidade, o compositor e ícone do reggae estava acompanhado da esposa, que não quis fornecer mais detalhes sobre o estado de saúde do artista.
Com mais de 40 anos de carreira e visto como referência nacional do reggae, o cantor Edson Gomes realizou neste domingo (2), pela primeira vez, uma apresentação solo no teatro da Concha Acústica, em Salvador.
O evento foi um marco para a trajetória do artista e celebrou sua contribuição para a Música Popular Brasileira (MPB).
Em sua apresentação, o artista, que é natural da cidade de Cachoeira, na região do Recôncavo Baiano, levou ao palco da Concha Acústica grandes sucessos da sua carreira, que marcaram gerações e se tornaram clássicos do reggae, como “Malandrinha”, “Camelô”, “Samarina”, “Criminalidade” e “Árvore”.
Em nota a assessoria do cantor informou que o artista se sentiu após a realização do show. No entanto, o quadro de saúde dele está estável. Confira na íntegra abaixo:
O Festival República do Reggae anunciou sua segunda atração internacional: Duane Stephenson, um dos artistas mais pedidos pelo público do evento.
Ícone do reggae resistência, o cantor se envolveu em uma discussão com Daniela Mercury após a artista acusá-lo de violência doméstica. Edson rebateu a acusação e disse que a colega tentou envergonhá-lo.
Envolvido em uma polêmica com Daniela Mercury, que o acusou de violência doméstica na terça-feira (28), o cantor e compositor Edson Gomes, de 70 anos, construiu uma carreira de mais cinco décadas denunciando em seus reggaes as desigualdades sociais, a violência policial e o racismo.
Influenciado por artistas como Tim Maia, Bob Marley e Jimmy Cliff, o músico desenvolveu um estilo próprio ao misturar o reggae com referências da cultura afro-brasileira. Ao longo da carreira, abordou temas como injustiça social, violência, fé e esperança.
Com letras sobre desigualdade e resistência, consagrou-se com canções como “Liberdade”, “Árvore”, “Sistema do Vampiro”, “Malandrinha”, “Samarina” e “Camelô” — algumas delas regravadas por artistas de diferentes gêneros musicais.
Confusão com Daniela Mercury
A acusação de Daniela Mercury foi feita na noite de terça (28), na cerimônia de entrega do "Troféu Armandinho e Irmãos Macedo". A cantora pediu que o colega trate a esposa com carinho e clamou para que a classe artística se una contra a violência contra a mulher, com atenção especial às mulheres negras.
"Edson, peço que você seja carinhoso com a sua esposa, porque a gente não aceita nenhuma violência contra a mulher".
Após a declaração, Edson Gomes, que também estava no evento, subiu no palco e cobrou que Daniela prove a acusação.
"Tentou me envergonhar na frente de todo mundo. Eu quero que ela prove. Quem é que eu espanco?
Tentar me lacrar assim, me envergonhar, para quê?".
Posteriormente, ela se desculpou, concordando que não tinha como provar a acusação feita. Edson Gomes riu e ressaltou que também se preocupa com a causa.
Já nesta quarta (29), diante da repercussão do caso nas redes sociais, Daniela divulgou uma nota em que, mais uma vez, se desculpa e diz lamentar "que sua manifestação tenha gerado interpretação diferente da pretendida".
Histórico de polêmicas
Fora dos palcos, a carreira de Edson Gomes é marcada por declarações que geraram debates entre fãs e políticos. Em março deste ano, o g1 Pop & Arte reuniu falas em que o discurso atual do cantor se distancia das interpretações mais politizadas da sua obra. Veja abaixo.
'Nossos filhos são caçados pelos comunistas'
Em fevereiro, durante uma apresentação, Edson Gomes interrompeu o show para fazer um discurso convocando os pais a "reagirem" contra o que chamou de 'caça" aos filhos pelos comunistas.
"Agradecer aos pais e mães que trazem suas crianças para ouvir esse reggae. Aqui elas vão sair com algo positivo na mente, sem maconha, sem droga. Só a mensagem positiva para que, quando elas crescerem, tomem decisões melhores que as dos pais. Os nossos filhos são caçados pelos comunistas para que eles possam ser nada. Para que eles se tornem simplesmente uma presa. E nós precisamos reagir!".
Sindicalistas são 'canalhas'
A relação com os sindicatos também foi tema de um desabafo no podcast "Bahia Cast". A entrevista foi concedida em janeiro de 2022.
Na ocasião, Edson Gomes criticou o uso de sua obra sem o devido retorno profissional, chamando de "canalhas" os sindicalistas que utilizam suas músicas em protestos, mas não o contratam para shows.
"Minha música não tem bandeira. Não estou nem aí para sindicato, não estou nem aí para ninguém. Eles sempre usam a minha música e eu nunca fui protestar. Use! Muito obrigado por vocês estarem usando minha musica! Agora só que, seus canalhas, na hora de suas festas, vocês não me contratam".
'Minha música nunca esteve atrelada à política'
Apesar do forte conteúdo social de suas letras, Gomes defendeu que o artista não deve se envolver com política, tentando desvincular sua obra das interpretações partidárias que o acompanham há décadas.
"O músico não deveria nunca se envolver com política. Minha música não está atrelada à política. Nunca esteve e jamais estará. Não me peça para me posicionar politicamente porque a minha música não está atrelada a política nenhuma".
'Querem o povo recebendo Bolsa Família para fazer chantagem'
Em show recente, o artista também fez ressalvas aos programas sociais, associando o Bolsa Família à manutenção da pobreza para fins eleitorais. Para Gomes, o Bolsa Família serve de base para "chantagens políticas".
"Eles precisam de um povo necessitado para que eles façam as suas chantagens em seus palanques. Eles querem o povo recebendo Bolsa Família para que eles façam a chantagem, que o povo vai perder o benefício e com medo eles vão lá em massa votar neles".
'Estão nos distraindo'
Edson Gomes também questionou o Dia da Consciência Negra. Para o cantor, a data comemorativa funciona como uma forma de "distração" estratégica.
"E a Consciência Negra...eles nos querem assim, debatendo coisas que não vão levar a nada para ocupar o nosso tempo e nós acharmos que estamos lutando pela nossa liberdade. Na verdade, eles estão nos distraindo para que nós não nos lembremos do nosso dia a dia."
'Minha hipocrisia vai ser eterna'
Questionado, em entrevista, sobre as contradições apontadas por parte do público, o artista rebateu as críticas com um discurso de autenticidade.
"Minha música permanece até hoje porque é verdadeira. Muitos artistas vieram de baixo, mas sumiram porque foram induzidos a fazer 'determinadas coisas'. Mas eu não! Vou ser assim até morrer. Não importa a pressão. Não importa que alguém diga que eu sou hipócrita. Minha hipocrisia vai ser eterna."
Obra x criador
Apesar das declarações recentes, Edson Gomes carrega uma discografia que é, há décadas, trilha sonora de resistência entre a população negra e periférica brasileira.
Em "Sistema do Vampiro" (1988), o cantor aponta a negligência social e a opressão do Estado: "Estamos largados nas calçadas. Nós não temos nem moradia, não temos nada. Esse sistema é um vampiro!"
O repertório avança pela organização coletiva em "Criminalidade" (1992), onde o artista defende que "nem mesmo a polícia pode destruir certas manobras organizadas".
Já em "Camelô" (1997), ele dá voz à resistência do trabalhador autônomo: "Sou camelô. Sou do mercado informal. Com minha guia, sou profissional. Sou bom rapaz, só não tenho tradição".
A força política da sua obra é reforçada por títulos como "Acorde, Levante, Lute" (2001) e o registro ao vivo lançado em 2020 em homenagem ao "Dia do Trabalhador".
Críticas...
As declarações de Edson Gomes provocaram reações da deputada estadual Olívia Santana (PCdoB). Ela criticou o que chamou de "radicalização à direita" do cantor.
Para a parlamentar, existe um abismo entre as letras e a postura do artista: "Edson Gomes compõe como um comunista, mas fora da vida artística age como qualquer pessoa de direita", afirmou em suas redes sociais.
Olívia ressaltou a contradição de hits como "Sistema do Vampiro", que critica o sistema capitalista, serem usados como hinos em manifestações de trabalhadores.
"É triste ver sua radicalização nesta fase da vida. O bolsonarismo vibrou com seu discurso. Nós seguiremos dançando seu reggae como entretenimento, mas combateremos seu discurso reacionário", disparou a deputada durante a abertura do Carnaval de Salvador.
Falas contra o sistema
Apesar das frequentes cobranças de parte do público por um posicionamento político explícito, sempre existiu uma fronteira clara nas letras de Edson Gomes entre a consciência social e o engajamento partidário.
Essa postura já estava presente em "Cão de Raça" (1988): "Eles nem sabem qual é a maneira de exterminar de uma vez essa seca. Enquanto eles pensam, o povo cumpre sua sina. E vive esperando a providência divina".
E em uma de suas composições mais recentes, "Pleito" (2020): "E o que vão nos prometer? São mentiras! Que vão fazer tudo acontecer, é mentira! Vá com tua política para outro lugar".
FONTE: G1 - GLOBO
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