quinta-feira, agosto 06, 2026

Edson Gomes segue internado para controle da diabetes e retoma agenda no próximo domingo (9), confirma assessoria

 


Um dos principais nomes do reggae no país, Edson Gomes construiu uma carreira marcada por letras de forte conteúdo racial, social e político.

O cantor Edson Gomes, um dos maiores nomes do reggae nacional e referência do gênero no Recôncavo Baiano, permanece internado desde a última segunda-feira (3) em uma unidade de semi-UTI, do Hospital Emec, em Feira de Santana, para monitoramento clínico e controle dos níveis glicêmicos em razão de um quadro de diabetes.

Em nota oficial divulgada nesta quinta-feira (6), a assessoria de comunicação do artista informou que Edson Gomes está bem, consciente, estável e fora de qualquer risco. Segundo o comunicado, a permanência no hospital ocorre por precaução e para acompanhamento

A equipe também tranquilizou fãs e admiradores ao informar que o cantor deverá receber alta nos próximos dias e retomará normalmente sua agenda de apresentações a partir de domingo (9), conforme a programação já divulgada.

Segundo a agenda do artista, Edson tinha um show marcado para esta quinta, mas devido ao quadro de saúde, ele permanece internado. O último show do cantor na região de Feira, foi no Festival de Inverno de São Gonçalo dos Campos, no dia 26 de julho.

Reconhecido como um dos principais representantes do reggae brasileiro, Edson Gomes construiu uma carreira marcada por letras de forte conteúdo racial, social e político. Natural de Cachoeira e morador de São Félix, o artista se tornou uma referência do reggae no Recôncavo Baiano e influenciou gerações de músicos, consolidando seu nome como um dos mais importantes do gênero no país.

Na nota, a assessoria agradeceu as manifestações de carinho, as orações e a compreensão do público durante o período de recuperação do cantor.




Ícone do reggae nacional, Edson Gomes dá entrada na UTI em hospital de Feira de Santana

 

Ícone do reggae nacional, Edson Gomes dá entrada na UTI em hospital de Feira de Santana

O compositor baiano estava acompanhado da esposa, que não quis fornecer mais detalhes sobre o estado de saúde dele

O compositor baiano estava acompanhado da esposa, que não quis fornecer mais detalhes sobre o estado de saúde dele

Na manhã desta segunda-feira (3), o cantor baiano Edson Gomes, de 71 anos, deu entrada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Emec, em Feira de Santana.

Segundo informações preliminares obtidas pelo Acorda Cidade, o compositor e ícone do reggae estava acompanhado da esposa, que não quis fornecer mais detalhes sobre o estado de saúde do artista.

Com mais de 40 anos de carreira e visto como referência nacional do reggae, o cantor Edson Gomes realizou neste domingo (2), pela primeira vez, uma apresentação solo no teatro da Concha Acústica, em Salvador.

O evento foi um marco para a trajetória do artista e celebrou sua contribuição para a Música Popular Brasileira (MPB).

Em sua apresentação, o artista, que é natural da cidade de Cachoeira, na região do Recôncavo Baiano, levou ao palco da Concha Acústica grandes sucessos da sua carreira, que marcaram gerações e se tornaram clássicos do reggae, como “Malandrinha”, “Camelô”, “Samarina”, “Criminalidade” e “Árvore”.

Em nota a assessoria do cantor informou que o artista se sentiu após a realização do show. No entanto, o quadro de saúde dele está estável. Confira na íntegra abaixo:


quinta-feira, julho 09, 2026

Feira Noise anuncia tema da 13ª edição e revela primeiras atrações do festival 2026

 


O Feira Noise Festival já deu o pontapé inicial para a sua 13ª edição. Marcado para os dias 26 e 27 de setembro, no Ária Hall, em Feira de Santana (BA), o evento anunciou o tema "Carregando a Primavera nos Dentes" e revelou as primeiras atrações do line-up, formado por Black Pantera, Rachel Reis, Ratos de Porão, Matanza, Ivyson, Hiran, Maria Struduth, Leptospirose, Catiça e Fogo Pagô. Os ingressos já estão à venda pela plataforma Bilhetify. 


Inspirado na canção Primavera nos Dentes, do Secos & Molhados, o conceito traduz o espírito da edição de 2026 e marca um momento simbólico na trajetória do festival: pela primeira vez, o Feira Noise será realizado durante a primavera. Tradicionalmente associada ao florescimento e ao início de novos ciclos, a estação incentiva uma reflexão sobre a força da cultura independente e a persistência necessária para mantê-la viva. 


"Carregar a primavera nos dentes fala sobre seguir em movimento, mesmo diante das dificuldades. É acreditar que a cultura floresce porque existem pessoas dispostas a sustentá-la diariamente. Esse conceito traduz muito do que o Feira Noise representa desde a sua criação, que é o de um festival construído com resistência, afeto e muito trabalho coletivo", destaca Joilson Santos, um dos fundadores do Feira Noise.


A programação completa será revelada ao longo das próximas semanas, no Instagram @feiranoisefestival. 


Feira Noise Festival


Realizado desde 2009 pelo Feira Coletivo Cultural e Casa Noise, o Feira Noise Festival consolidou Feira de Santana, segunda maior cidade da Bahia, no circuito nacional da música independente. Integrante da Associação Brasileira dos Festivais Independentes (Abrafin), o festival tornou-se uma das principais vitrines da produção musical do Nordeste ao promover encontros entre artistas, público e agentes da economia criativa.



Serviço

Feira Noise Festival | Carregando a Primavera nos Dentes

Data: 26 e 27 de setembro de 2026

Local: Ária Hall – Feira de Santana (BA)

Atrações confirmadas: Ivyson, Black Pantera, Matanza, Rachel Reis, Ratos de Porão, Maria Struduth, Leptospirose, Hiran, Catiça e Fogo Pagô

Ingressos: https://bilhetify.com.br/e/feira-noise-festival 

terça-feira, junho 02, 2026

Festival República do Reggae anuncia sua segunda atração internacional - DUANE STEPHENSON

 O Festival República do Reggae anunciou sua segunda atração internacional: Duane Stephenson, um dos artistas mais pedidos pelo público do evento.


O cantor jamaicano ganhou destaque mundial após integrar o The Wailers e eternizou seu nome no reggae com sucessos como “August Town”, “Ghetto Pain” e “Cottage In Negril”.

Além de apresentar seus grandes clássicos, Duane promete um momento especial no festival: um tributo inédito ao saudoso Gregory Isaacs, o eterno “Cool Ruler”, cantor que possui uma enorme legião de fãs no Brasil.

República do Reggae acontece no dia 28 de novembro, em Salvador (BA).


quarta-feira, abril 29, 2026

Edson Gomes: ícone do reggae brasileiro envolvido em confusão com Daniela Mercury tem carreira marcada por sucessos e polêmicas

 Ícone do reggae resistência, o cantor se envolveu em uma discussão com Daniela Mercury após a artista acusá-lo de violência doméstica. Edson rebateu a acusação e disse que a colega tentou envergonhá-lo.

Envolvido em uma polêmica com Daniela Mercury, que o acusou de violência doméstica na terça-feira (28), o cantor e compositor Edson Gomes, de 70 anos, construiu uma carreira de mais cinco décadas denunciando em seus reggaes as desigualdades sociais, a violência policial e o racismo.


Visto por muitos como o principal nome do reggae no Brasil, Edson Gomes é natural de Cachoeira, no recôncavo baiano, e, apesar de ter lançado o primeiro disco, “Reggae Resistência”, em 1988, começou na música nos anos 1970, ainda na adolescência, participando de festivais e shows.


Influenciado por artistas como Tim Maia, Bob Marley e Jimmy Cliff, o músico desenvolveu um estilo próprio ao misturar o reggae com referências da cultura afro-brasileira. Ao longo da carreira, abordou temas como injustiça social, violência, fé e esperança.

Com letras sobre desigualdade e resistência, consagrou-se com canções como “Liberdade”, “Árvore”, “Sistema do Vampiro”, “Malandrinha”, “Samarina” e “Camelô” — algumas delas regravadas por artistas de diferentes gêneros musicais.


Confusão com Daniela Mercury

A acusação de Daniela Mercury foi feita na noite de terça (28), na cerimônia de entrega do "Troféu Armandinho e Irmãos Macedo". A cantora pediu que o colega trate a esposa com carinho e clamou para que a classe artística se una contra a violência contra a mulher, com atenção especial às mulheres negras.


"Edson, peço que você seja carinhoso com a sua esposa, porque a gente não aceita nenhuma violência contra a mulher".


Após a declaração, Edson Gomes, que também estava no evento, subiu no palco e cobrou que Daniela prove a acusação.


"Tentou me envergonhar na frente de todo mundo. Eu quero que ela prove. Quem é que eu espanco? 

Tentar me lacrar assim, me envergonhar, para quê?".

Posteriormente, ela se desculpou, concordando que não tinha como provar a acusação feita. Edson Gomes riu e ressaltou que também se preocupa com a causa.


Já nesta quarta (29), diante da repercussão do caso nas redes sociais, Daniela divulgou uma nota em que, mais uma vez, se desculpa e diz lamentar "que sua manifestação tenha gerado interpretação diferente da pretendida".

Histórico de polêmicas

Fora dos palcos, a carreira de Edson Gomes é marcada por declarações que geraram debates entre fãs e políticos. Em março deste ano, o g1 Pop & Arte reuniu falas em que o discurso atual do cantor se distancia das interpretações mais politizadas da sua obra. Veja abaixo.

'Nossos filhos são caçados pelos comunistas'

Em fevereiro, durante uma apresentação, Edson Gomes interrompeu o show para fazer um discurso convocando os pais a "reagirem" contra o que chamou de 'caça" aos filhos pelos comunistas.

"Agradecer aos pais e mães que trazem suas crianças para ouvir esse reggae. Aqui elas vão sair com algo positivo na mente, sem maconha, sem droga. Só a mensagem positiva para que, quando elas crescerem, tomem decisões melhores que as dos pais. Os nossos filhos são caçados pelos comunistas para que eles possam ser nada. Para que eles se tornem simplesmente uma presa. E nós precisamos reagir!".

Sindicalistas são 'canalhas'

A relação com os sindicatos também foi tema de um desabafo no podcast "Bahia Cast". A entrevista foi concedida em janeiro de 2022.

Na ocasião, Edson Gomes criticou o uso de sua obra sem o devido retorno profissional, chamando de "canalhas" os sindicalistas que utilizam suas músicas em protestos, mas não o contratam para shows.


"Minha música não tem bandeira. Não estou nem aí para sindicato, não estou nem aí para ninguém. Eles sempre usam a minha música e eu nunca fui protestar. Use! Muito obrigado por vocês estarem usando minha musica! Agora só que, seus canalhas, na hora de suas festas, vocês não me contratam".

'Minha música nunca esteve atrelada à política'

Apesar do forte conteúdo social de suas letras, Gomes defendeu que o artista não deve se envolver com política, tentando desvincular sua obra das interpretações partidárias que o acompanham há décadas.

"O músico não deveria nunca se envolver com política. Minha música não está atrelada à política. Nunca esteve e jamais estará. Não me peça para me posicionar politicamente porque a minha música não está atrelada a política nenhuma".


'Querem o povo recebendo Bolsa Família para fazer chantagem'

Em show recente, o artista também fez ressalvas aos programas sociais, associando o Bolsa Família à manutenção da pobreza para fins eleitorais. Para Gomes, o Bolsa Família serve de base para "chantagens políticas".


"Eles precisam de um povo necessitado para que eles façam as suas chantagens em seus palanques. Eles querem o povo recebendo Bolsa Família para que eles façam a chantagem, que o povo vai perder o benefício e com medo eles vão lá em massa votar neles".


'Estão nos distraindo'

Edson Gomes também questionou o Dia da Consciência Negra. Para o cantor, a data comemorativa funciona como uma forma de "distração" estratégica.


"E a Consciência Negra...eles nos querem assim, debatendo coisas que não vão levar a nada para ocupar o nosso tempo e nós acharmos que estamos lutando pela nossa liberdade. Na verdade, eles estão nos distraindo para que nós não nos lembremos do nosso dia a dia."

'Minha hipocrisia vai ser eterna'

Questionado, em entrevista, sobre as contradições apontadas por parte do público, o artista rebateu as críticas com um discurso de autenticidade.


"Minha música permanece até hoje porque é verdadeira. Muitos artistas vieram de baixo, mas sumiram porque foram induzidos a fazer 'determinadas coisas'. Mas eu não! Vou ser assim até morrer. Não importa a pressão. Não importa que alguém diga que eu sou hipócrita. Minha hipocrisia vai ser eterna."


Obra x criador

Apesar das declarações recentes, Edson Gomes carrega uma discografia que é, há décadas, trilha sonora de resistência entre a população negra e periférica brasileira.


Em "Sistema do Vampiro" (1988), o cantor aponta a negligência social e a opressão do Estado: "Estamos largados nas calçadas. Nós não temos nem moradia, não temos nada. Esse sistema é um vampiro!"

O repertório avança pela organização coletiva em "Criminalidade" (1992), onde o artista defende que "nem mesmo a polícia pode destruir certas manobras organizadas".

Já em "Camelô" (1997), ele dá voz à resistência do trabalhador autônomo: "Sou camelô. Sou do mercado informal. Com minha guia, sou profissional. Sou bom rapaz, só não tenho tradição".

A força política da sua obra é reforçada por títulos como "Acorde, Levante, Lute" (2001) e o registro ao vivo lançado em 2020 em homenagem ao "Dia do Trabalhador".

Críticas...

As declarações de Edson Gomes provocaram reações da deputada estadual Olívia Santana (PCdoB). Ela criticou o que chamou de "radicalização à direita" do cantor.

Para a parlamentar, existe um abismo entre as letras e a postura do artista: "Edson Gomes compõe como um comunista, mas fora da vida artística age como qualquer pessoa de direita", afirmou em suas redes sociais.

Olívia ressaltou a contradição de hits como "Sistema do Vampiro", que critica o sistema capitalista, serem usados como hinos em manifestações de trabalhadores.

"É triste ver sua radicalização nesta fase da vida. O bolsonarismo vibrou com seu discurso. Nós seguiremos dançando seu reggae como entretenimento, mas combateremos seu discurso reacionário", disparou a deputada durante a abertura do Carnaval de Salvador.

Falas contra o sistema

Apesar das frequentes cobranças de parte do público por um posicionamento político explícito, sempre existiu uma fronteira clara nas letras de Edson Gomes entre a consciência social e o engajamento partidário.

Essa postura já estava presente em "Cão de Raça" (1988): "Eles nem sabem qual é a maneira de exterminar de uma vez essa seca. Enquanto eles pensam, o povo cumpre sua sina. E vive esperando a providência divina".

E em uma de suas composições mais recentes, "Pleito" (2020): "E o que vão nos prometer? São mentiras! Que vão fazer tudo acontecer, é mentira! Vá com tua política para outro lugar".

FONTE: G1 - GLOBO

LINK>>>G1 GLOBO

quarta-feira, abril 15, 2026

Marcelo Falcão anuncia turnê de 30 anos de carreira com estreia no Rio; saiba tudo

 "O Legado", disco mais recente do ex-O Rappa, dá título à série de shows que passa por quatro cidades a partir de agosto


"O Legado" de Marcelo Falcão é o centro de sua nova turnê, em que também celebra 30 anos de carreira. A série de shows do ex-O Rappa, anunciada nesta quarta-feira (15), estreia no Rio de Janeiro, no dia 8 de agosto, na Fundição Progresso.


Em parceria com a 30e, Falcão passa ainda por Porto Alegre, no dia 4 de setembro, no Auditório Araújo Vianna; São Paulo, no dia 18 de setembro, no Espaço Unimed; e, finalizando, em Curitiba, no dia 19 de setembro, no Igloo Super Hall.

Encontro de gerações

O caminho pessoal e profissional é o ponto de partida da nova turnê, que carrega o nome de seu disco amis recente, lançado em 2025.



“Quando revisito minha história e, ao mesmo tempo, gravo com a nova geração, vejo que essa troca é verdadeira. Existem respeito e admiração, e isso é emocionante. Minha continuidade está em seguir acreditando que a música muda a vida das pessoas, em ser original e em fazer música de forma orgânica e verdadeira. Eu sou fiel ao que acredito. Esse é o segredo: valorizar as coisas simples e transformá-las em algo que toque as pessoas de verdade", afirma Marcelo Falcão.

Nas apresentações da turnê “O Legado”, Falcão ainda promete subir ao palco pronto para comungar com o público. “Pode esperar por um show potente, com músicas que vêm do coração e ganham força ao vivo. É um momento especial. Quem está ali merece o melhor, e é isso que eu busco entregar", complementa o artista.


Preços de ingressos

Clientes Itaú têm pré-venda exclusiva com 15% de desconto no valor dos ingressos para compras com cartões de crédito a partir do dia 16 de abril, às 10h, e a venda geral começa no dia 22 de abril, ao meio-dia, pelo site da Eventim.


Veja os preços por cidade:


Rio de Janeiro - 8 de agosto

Pista (Lote 1) - R$ 72,50 (meia-entrada) | R$ 101,50 (entrada social) | R$ 145,00 (inteira)

Frisa A (Lote 1) - R$ 182,50 (meia-entrada) | R$ 255,50 (entrada social) | R$ 365,00 (inteira)

Camarote - R$ 565,00

Porto Alegre - 4 de setembro

Pista Lateral Em Pé (Esquerda) - R$ 57,50 (meia-entrada) | R$ 63,25 (entrada social) | R$ 115,00

Pista Lateral Em Pé (Direita) - R$ 57,50 (meia-entrada) | R$ 63,25 (entrada social) | R$ 115,00 (inteira)

Plateia Alta Lateral - R$ 120,00 (meia-entrada) | R$ 132,00 (entrada social) |

R$ 240,00 (inteira)

Plateia Alta Central - R$ 140,00 (meia-entrada) | R$ 154,00 (entrada social) |

R$ 280,00 (inteira)

Plateia Baixa Lateral - R$ 160,00 (meia-entrada) | R$ 176,00 (entrada social) |

R$ 320,00 (inteira)

Plateia Baixa Central - R$ 210,00 (meia-entrada) | R$ 231,00 (entrada social) |

R$ 420,00 (inteira)

Plateia Gold Itaú Personnalité - R$ 295,00 (meia-entrada) | R$ 324,50 (entrada social) | R$ 590,00 (inteira)

São Paulo - 18 de setembro

Pista - R$ 52,50 (meia-entrada) | R$ 73,50 (entrada social) | R$ 105,00 (inteira)

Pista Premium Itaú Personnalité - R$ 82,50 (meia-entrada) | R$ 115,50 (entrada social) | R$ 165,00 (inteira)

Camarote B - R$ 265,00

Camarote A - R$ 280,00

Curitiba - 19 de setembro

Pista (Lote 1) - R$ 52,50 (meia-entrada) | R$ 63,00 (entrada social) | R$ 105,00 (inteira)

Área VIP Itaú Personnalité (Lote 1) - R$ 97,50 (meia-entrada) | R$ 117,00 (entrada social) | R$ 195,00 (inteira)

terça-feira, março 17, 2026

Pulsa Reggae reúne cerca de 4 mil pessoas e consolida palco roots no Carnaval do Pelourinho

 Pulsa Reggae reúne cerca de 4 mil pessoas e consolida palco roots no Carnaval do Pelourinho

 Entre becos de pedra e casarões históricos, o som do reggae tomou conta do Pelourinho durante quatro dias de Carnaval e atraiu, em média, cerca de 4 mil pessoas ao palco Reggae da Gente. Montada na Praça do Artesanato, na rua Gregório de Matos, a estrutura se firmou como ponto de encontro para quem buscava, no Centro Histórico de Salvador, uma folia marcada por mensagens de resistência, espiritualidade e celebração da cultura roots.

 Realizado pela Associação Alzira do Conforto, com apoio do Governo do Estado da Bahia, por meio da Superintendência de Fomento ao Turismo (Sufotur), o projeto Pulsa Reggae reafirmou a força da cultura roots em meio à diversidade de ritmos que dominam o Carnaval. Durante quatro dias, artistas e DJs transformaram a praça em território de resistência e celebração.

A abertura, no sábado (14), já indicava o tom da programação. DJ Dani Lova conduziu o público por clássicos do reggae roots e sonoridades contemporâneas, preparando o ambiente para Tulani Masai e Banda, que equilibraram releituras e composições autorais marcado pela potência vocal e presença de palco. Em seguida, Lutte manteve a energia em alta, enquanto Alumínio trouxe letras de forte crítica social. Anastacia Roots encerrou a primeira noite com canções que exaltaram ancestralidade e resistência, fazendo todo público da praça cantar e dançar.

 No domingo (15), o DJ Woston do Reggae abriu os trabalhos e manteve o público aquecido para a banda De Kara no Reggae, que entregou um show vibrante. Em seguida, Edy Vox apostou em interpretações que transitaram entre romantismo e consciência social, lotando a praça dos artesanatos. Fechando a noite, Victor Cena reafirmou a força da nova geração do reggae maranhense, com repertório autoral e presença marcante.

Na segunda-feira (16), o DJ Falcom iniciou a programação com clássicos que atravessam gerações. Em seguida, a banda Cativeiro reforçou mensagens de resistência e identidade em um show potente e dançante. Ricardo Reina manteve o clima roots, preparando o público para a apresentação de Duda Diamba, que levou ao palco sucessos que seguem atuais e carregados de significado. Mavi fechou a noite mantendo a vibração elevada até os últimos acordes.

 O encerramento, na terça-feira (17), reuniu público fiel desde as primeiras horas. DJ Branco abriu a programação, seguindo de Rogério Noronha, que apresentou repertório envolvente. A Banda Dissidência trouxe forte presença instrumental e consistência sonora. No momento final do projeto, Paulinho Ganaê Banda recebeu a participação especial de Márcio Dred, em uma celebração simbólica da trajetória do reggae na Bahia, selando o palco Reggae da Gente como um dos pontos altos do Carnaval no Centro Histórico.

 Ao longo dos quatro dias, o Pulsa Reggae mostrou que, mesmo em meio ao axé, ao samba e às diversas expressões que compõem a maior festa de rua do mundo, o reggae mantém seu espaço de protagonismo. Mais que shows, o que se viu no Pelourinho foi a reafirmação de uma identidade cultural que resiste, celebra e pulsa forte, coletiva e enraizada na história da Bahia.



Edson Gomes segue internado para controle da diabetes e retoma agenda no próximo domingo (9), confirma assessoria

  Um dos principais nomes do reggae no país, Edson Gomes construiu uma carreira marcada por letras de forte conteúdo racial, social e políti...