quarta-feira, fevereiro 04, 2026

Sinfonia Reggae Brasil lota a Caixa Cultural Salvador em homenagem a Edson Gomes

Sinfonia Reggae Brasil lota a Caixa Cultural Salvador em homenagem a Edson Gomes


Projeto reuniu público diverso, repertório emblemático do reggae brasileiro e duas noites de celebração no Centro da capital

 

 




  A Orquestra Reggae de Cachoeira realizou, nos dias 22 e 23 de janeiro, duas apresentações do espetáculo Sinfonia Reggae Brasil na Caixa Cultural Salvador, no Centro de Salvador. As sessões tiveram lotação máxima, com o público atendendo ao chamado e ocupando o espaço desde cedo para acompanhar o concerto dedicado à obra de Edson Gomes.

 

Ao longo das duas noites, a plateia dançou e cantou ao som de clássicos do reggae brasileiro em arranjos orquestrais apresentados pela Orquestra Reggae de Cachoeira. O repertório percorreu canções marcantes da trajetória de Edson Gomes, como Criminalidade, Sistema, Fala Só de Amor, Acorde, Levante e Lute, Malandrinha e Perdido de Amor.

 

A proposta do espetáculo combinou banda, sopros, percussões e elementos da orquestra popular, mantendo o pulso do reggae e ampliando sua escuta no formato sinfônico. A resposta do público foi direta, com interação constante e clima de celebração ao longo de todo o concerto.

 

As apresentações contaram com participações especiais que reforçaram o caráter coletivo do projeto. Na quinta-feira (22), subiram ao palco Isaque Gomes e Nengo Vieira. Na sexta-feira (23), foi a vez de Jeremias Gomes e Duda Diamba.

 

Com entrada gratuita, o evento encerrou sua passagem por Salvador com forte repercussão e confirmou a capacidade do reggae, em formato orquestral, de mobilizar públicos diversos e ocupar espaços culturais centrais da cidade.

 

O Sinfonia Reggae Brasil foi uma realização da Putzgrillo! Produtora, com patrocínio da CAIXA e do Governo do Brasil.

 

 

CRÉDITOS: 




Crédito das Fotos Divulgação/Manuela Cavadas

 

Assessoria de Comunicação do Evento - LABORATÓRIO DA NOTÍCIA

sexta-feira, janeiro 23, 2026

Orquestra Reggae de Cachoeira recebe Duda Diamba e Jeremias Gomes no Sinfonia Reggae Brasil

 Orquestra Reggae de Cachoeira recebe Duda Diamba e Jeremias Gomes no Sinfonia Reggae Brasil

Concerto do dia 23 de janeiro leva releituras orquestrais do reggae à Caixa Cultural Salvador


 A Orquestra Reggae de Cachoeira apresenta o espetáculo Sinfonia Reggae Brasil na sexta-feira, 23 de janeiro de 2026, na Caixa Cultural Salvador, no Centro da capital. A segunda noite do projeto reúne a orquestra e os convidados Duda Diamba e Jeremias Gomes, em concerto com entrada gratuita, por ordem de chegada.

Criada em 2012 no município de Cachoeira, a Orquestra Reggae de Cachoeira atua na formação musical de crianças e jovens do Recôncavo Baiano e de cidades vizinhas. Sob regência de Flávio Santos, o grupo desenvolve práticas coletivas que articulam educação e criação musical, com repertório autoral e releituras, e mantém circulação por festivais e eventos culturais na Bahia.

 Um dos convidados da noite, Duda Diamba construiu trajetória ligada ao reggae brasileiro ao longo de quase três décadas. Cantor e compositor, esteve à frente da banda Diamba, integrou projetos nacionais, participou de grandes festivais e iniciou carreira solo com foco autoral. Em 2026, apresenta fase marcada por novos lançamentos e repertório que dialoga com temas sociais, memória e celebração coletiva.

 Também convidado do dia 23, Jeremias Gomes iniciou a carreira ainda jovem, em São Félix, e construiu percurso próprio no reggae. Cantor e compositor, lançou discos, circulou por festivais e eventos no país e mantém projetos autorais que transitam entre o reggae roots e vertentes dançantes, com apresentações em palcos de diferentes regiões.

O Sinfonia Reggae Brasil propõe releituras orquestrais de clássicos do reggae brasileiro, do reggae internacional e da MPB, a partir do encontro entre banda, sopros, percussões e elementos da orquestra popular. O projeto tem patrocínio da Caixa e do Governo do Brasil e realização da Putzgrillo.






 O espetáculo também acontece na quinta-feira, 22 de janeiro de 2026, com participações de Isaque Gomes e Nengo Vieira.

Serviço

Projeto: Orquestra Reggae de Cachoeira apresenta Sinfonia Reggae Brasil

Atração: Orquestra Reggae de Cachoeira

Datas: 22 e 23 de janeiro de 2026

Local: Caixa Cultural Salvador – Rua Carlos Gomes, 57, Centro

Entrada gratuita. Estacionamento gratuito ao lado.


Convidados:

*22/01 (quinta): Isaque Gomes e Nengo Vieira

*23/01 (sexta): Jeremias Gomes e Duda Diamba


Orquestra Reggae de Cachoeira recebe Isaque Gomes e Nengo Vieira em noite especial do Sinfonia Reggae Brasil Concerto do dia 22 de janeiro abre a temporada do projeto na Caixa Cultural Salvador com releituras orquestrais do reggae

 A Orquestra Reggae de Cachoeira apresenta o espetáculo Sinfonia Reggae Brasil na quinta-feira (22) e sexta-feira (23) na Caixa Cultural Salvador, no Centro da capital. A primeira noite do projeto reúne a orquestra e os convidados Isaque Gomes e Nengo Vieira, em concerto com entrada gratuita, por ordem de chegada.

Criada no município de Cachoeira em 2012, a Orquestra Reggae de Cachoeira atua na formação musical de crianças e jovens do Recôncavo Baiano. Sob regência de Flávio Santos, o grupo desenvolve práticas coletivas que articulam educação e criação musical, com repertório autoral e releituras. A trajetória inclui participações em festivais e eventos culturais no estado, além de colaborações com artistas da música brasileira.

Convidado da noite do dia 22, Nengo Vieira construiu carreira ligada ao reggae do Recôncavo e à circulação nacional do gênero. Músico e compositor, integrou projetos e bandas, lançou álbuns e retomou agenda de shows após a pandemia, com participações em grandes eventos. Recentemente, recebeu reconhecimento público em Cachoeira por sua contribuição à cultura reggae e mantém turnê ativa na Bahia.

Também convidado da noite de abertura, Isaque Gomes nasceu em Cachoeira e iniciou a trajetória profissional em 2006. Filho de Edson Gomes, lançou o álbum Negro Real em 2009, reunindo canções autorais e composições assinadas pelo pai. Em 2017, apresentou Agora, trabalho voltado a uma abordagem mais pop do reggae. Em 2022, gravou o DVD O Filho da Terra, em São Félix, com repertório autoral de temática religiosa, social e romântica. Em 2023, lançou Agora é Reggae, com releituras de clássicos da MPB, do pop e do rock. Para 2026, o cantor prepara o disco Eu Boto Fé, com músicas autorais e letras de Edson Gomes.

O projeto Sinfonia Reggae Brasil também será apresentado na sexta-feira (23), na Caixa Cultural Salvador. Nesta segunda noite, a Orquestra Reggae de Cachoeira recebe como convidados Jeremias Gomes e Duda Diamba.

O Sinfonia Reggae Brasil propõe releituras orquestrais de clássicos do reggae brasileiro, do reggae internacional e da MPB, a partir do encontro entre banda, sopros, percussões e elementos da orquestra popular. O projeto tem patrocínio da Caixa e do Governo do Brasil e realização da Putzgrillo.




Serviço

Projeto: Orquestra Reggae de Cachoeira apresenta Sinfonia Reggae Brasil

Atração: Orquestra Reggae de Cachoeira

Datas: 22 e 23 de janeiro de 2026

Local: Caixa Cultural Salvador – Rua Carlos Gomes, 57, Centro

Entrada gratuita. Estacionamento gratuito ao lado.

Convidados:

*22/01 (quinta): Isaque Gomes e Nengo Vieira

*23/01 (sexta): Jeremias Gomes e Duda Diamba


Assessoria de Comunicação do Evento - LABORATÓRIO DA NOTÍCIA

quinta-feira, dezembro 18, 2025

Kēvens o pioneiro conhecido pelo Dub Reggae!!!

  


Em um mundo cada vez mais dividido, onde idade, nacionalidade, raça e religião estão criando um abismo cada vez maior entre as pessoas, Kēvens está em uma missão essencial: utilizar o poder de sua música para unir almas dos quatro cantos do mundo para dançarem juntas.


Com talento e arte, este ex-DJ, agora cantor e compositor, busca levar a todos a um nível mais elevado de consciência, ao mesmo tempo que abraça e canaliza suas influências da world music e seu crescimento pessoal. Sua música promove o tema do multiculturalismo, iluminação espiritual, expressão artística e positivismo.


Kēvens começou sua jornada tocando discos em Miami, mas as raízes musicais do artista,inatamente poético, ficaram mais evidentes quando ele se juntou ao grupo inovador de reggae progressivo Le Coup, com Richard e Anthony Booker. Aliás, a matriarca da família, Cedella Marley Booker, disse ao jovem Kēvens bem no início de sua carreira musical: "Como uma carta, você deve escrever uma música com propósito." Seus shows ao vivo consistem em uma exuberante fusão de drum 'n' bass, destreza vocal e virtuosismo musical, combinada com um estilo dub de rock progressivo e reggae, além de imagens visuais e de dança impressionantes.


A habilidade de Kēvens para o oportuno e o profundo o permitiu fazer turnês pelo mundo todo, onde se apresenta ao lado de uma gama eclética de lendas e prodígios, incluindo: Steven Tyler, Ice Cube, Tiestö, Daft Punk, Duran Duran, Carlos Santana, The Jacksons, para citar alguns.



 


"Positividade é uma Necessidade"

quarta-feira, novembro 26, 2025

Tributo a Jimmy Cliff no Pelourinho

 Terça da Bênção no Pelourinho faz Tributo a Jimmy Cliff




 Nesta terça-feira (25), aconteceu às 18h, no Negro's Bar @_negrosbar  localizado no Pelourinho, ao lado da antiga DELTUR realiza mais uma edição do projeto "Terça do Reggae Sound System" um Tributo a Jimmy Cliff, na  tradicional "Terça da Bênção", com discotecagem de DJ Branco e Tulani Massai.

 O Negro's Bar, é dissidente do primeiro Bar do Reggae no Pelourinho e da Praça do Reggae, idealizado por Albino Apolinário , espaços o qual Jimmy Cliffe, visitou e conheceu quando veio em Salvador, Bahia, pela primeira vez.

 Do Recôncavo ao Pelourinho, é impossível imaginar a Bahia sem o ritmo vindo da Jamaica, mas que ganhou régua e compasso aqui. E Jimmy Cliff foi uma das portas de entrada deste gênero aqui em Salvador e deu ao nosso estado o status de verdadeira capital do reggae, com perdão aos irmãos maranhenses. No dia em que este ícone da música que influenciou os baianos regueiros nos deixou, aos 81 anos, mostramos a verdadeira origem desta música engajada, que fala só de amor, mas permanece marginalizada no meio musical.

 CONVOCAMOS A MASSA REGUEREIRA!*

É NA RUA E É DE GRÁTIS 🔥

SERVIÇO:


O QUE: Tributo a Jimmy Cliff

QUANDO: 25 de novembro - Terça da Bênção no Pelourinho

ONDE: Negro's Bar, Pelourinho (Ao lado da antiga Deltur)

HORA: 18Hs

QUEM: DJ Branco é Tulani Massai

QUANTO: Grátis

Mais informações:Albino Apolinário (71) 98802-3837

Acontece neste Sábado a Republica do Reggae 2025

 



Acontece neste sábado a República do Reggae, um dos maiores festivais de reggae da América Latina. A edição de 2025 acontece no dia 29 de novembro, no Wet Eventos. O evento promete oferecer mais uma noite inesquecível para os amantes da cultura jamaicana.

Desde sua primeira edição, a República do Reggae se consolidou como muito mais que um evento. É um movimento cultural que fortalece a conexão entre Salvador e a música de raiz jamaicana, reunindo grandes nomes nacionais e internacionais em um clima de paz, respeito e celebração.

A expectativa para 2025 é de público recorde e uma produção ainda mais grandiosa, com estrutura ampliada, áreas temáticas, experiências sensoriais e um line-up de peso: Ky-Mani Marley, Don Carlos, Israel Vibration, Dezarie, Nengo Vieira, Adão Negro, Edson Gomes, Edy Vox e Tiken Jah Fakoly.

Ingressos disponíveis nas lojas do Pida no Salvador Shopping, Shopping Piedade, Salvador Norte Shopping e Shopping Paralela e na plataforma Boratickets.

Em Feira de Santana no balcão da central mix no centro comercial Maria Luiza em frente a câmara municipal

E você também pode garantir camisas, copos e acessórios oficiais da República do Reggae na loja oficial: www.lojadarepublica.com.br

Compre seu ingresso aqui: https://vendas.boratickets.com.br/evento/357/republica-do-reggae-2025

Para mais informações, acesse os perfis @republicadoreggaeoficial e @pida

E para quem gosta de ir de Bate Volta temos o nosso @batevoltadefeirafsa mais informações chama no zap (75) 981401835

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segunda-feira, novembro 24, 2025

Morre Jimmy Cliff, ícone do reggae, aos 81 anos

 

  

 Morreu o cantor e compositor jamaicano Jimmy Cliff, um dos maiores nomes da história do reggae, aos 81 anos. A informação foi confirmada num texto publicado no perfil oficial do artista no Instagram, assinado por Latifa, sua esposa. Segundo o post, Cliff morreu após sofrer uma convulsão causada por um quadro de pneumonia.


Lenda do reggae

 Conhecido mundialmente por clássicos como “The harder they Come”, “You can get It if you really want” e “Many rivers to cross”, Jimmy Cliff foi um dos pilares do reggae e do ska jamaicano. Nascido em Saint James, na Jamaica, começou na música muito cedo, cantando em feiras e festas da cidade. Mudou-se para a capital Kingston, aos 14 anos, para se dedicar à carreira de artista.

Ganhou projeção local com hits como "Hurricane Hattie", "King of kings", "Dearest Beverley", "Miss Jamaica", e "Pride and passion". Antes de se mudar para a Inglaterra, aos 20 anos, em 1964, assinou com a lendária gravadora Island Records, que também tinha no seu catálogo nomes fortes do reggae como Bob Marley e Toots and the Maytals. Seu primeiro disco foi "Hard road to travel", lançado em 1967.

A morte ocorre poucos anos depois de ele ter lançado “Human touch”, seu último single, marcado por um retorno ao reggae dos anos 1960 e por reflexões sobre a solidão em tempos de pandemia.

 Conexão com o Brasil

Ao longo de sua trajetória, Jimmy Cliff teve forte ligação com o Brasil. Tudo começou em 1968, ele veio ao Rio de Janeiro para o Festival Internacional da Canção, no Maracanãzinho, onde cantou "Waterfall".

Jimmy Cliff no Maracanãzinho, no Festival Internacional da Canção, em 1968 — Foto: Agência O Globo

                                                  Jimmy Cliff no Maracanãzinho, no Festival Internacional da Canção, em 1968 

Foi aqui que ele compôs, em 1969, “Wonderful world, beautiful people”, considerada uma das primeiras faixas de reggae que ficaram conhecidas fora da Jamaica, entrando nas paradas dos Estados Unidos. No mesmo ano, gravou o LP “Jimmy Cliff in Brazil”, cujo encarte o mostra diante da Praia de Botafogo.

Durante os anos 1980, Cliff esteve tantas vezes no país que virou figura folclórica por aqui. Em 1980, fez turnê com Gilberto Gil, lotando shows por onde a dupla passava. Num deles, antes de subir ao palco ao lado de Gil, recebeu a notícia da morte do pai. Mesmo devastado, decidiu cantar:

— Veio uma energia muito forte aquela noite. Consegui me ouvir cantando com uma força que nunca tinha sentido.


Clipe no Rio


Em 1984, gravou nas praias do Rio o clipe de “We all are one”, dirigido por Tizuka Yamasaki. Entre 1985 e 1986, o Brasil ouviu "Hot shot", de Jimmy Cliff, na trilha sonora da novela "Ti ti ti", de Cassiano Gabus Mendes, exibida pela TV Globo. Ainda em 1985, seu álbum "Cliff Hanger" ganhou o Grammy de melhor álbum de reggae.

Tizuka Yamasaki conversa com Jimmy Cliff durante as gravações do clipe do jamaicano no Rio — Foto: Jorge Marinho / Agência O Globo

                                       Tizuka Yamasaki conversa com Jimmy Cliff durante as gravações do clipe do jamaicano no Rio — Foto: Jorge Marinho 

Já nos anos 1990, Jimmy Cliff participou do disco "Acústico MTV", dos Titãs, revisitando seu clássico "The harder they come", que virou "Querem meu sangue" na versão brasileira que também foi gravada, além dos Titãs, pelo Cidade Negra.

Sua filha Nabiyah Be, fruto do seu relacionamento com a psicóloga Sônia Gomes da Silva, nasceu em Salvador, Bahia, em 1992. Be se tornaria uma estrela do cinema, anos depois, tendo atuado no filme "Pantera Negra", da Marvel, feito que deixava Cliff orgulhoso. 

sábado, novembro 22, 2025

Feira Noise Festival 2025 homenageia Dionorina, referência do reggae brasileiro

 Cantor e compositor radicado em Feira de Santana será homenageado com um palco que leva seu nome

O Feira Noise Festival 2025, que acontece até amanha (23), em Feira de Santana (BA), presta homenagem a Dionorina, um dos maiores ícones da música radicado na cidade. Cantor, compositor e instrumentista, ele será a atração principal deste sábado (22), no palco principal do Ária Hall, que levará seu nome em reconhecimento à sua relevante contribuição artística e cultural.

Com mais de cinco décadas de carreira, Dionorina tornou-se referência do reggae brasileiro, mas sempre transitou entre diferentes linguagens, incorporando samba, MPB e ritmos afro-brasileiros em sua obra. Assim como outros artistas expoentes do reggae baiano, retratou em suas canções a diáspora africana. Essa identidade lhe rendeu reconhecimento, especialmente com a conquista do Troféu Caymmi, em 1993, com o show Música das Ruas e a canção Porrada de Polícia. O prêmio impulsionou o lançamento de seu primeiro álbum, Música das Ruas, seguido por Sacasó e pelo projeto Trilogia do Reggae, ao lado de Gilsan e Jorge de Angélica.

Sua trajetória também inclui apresentações históricas, como o Festival Tributo a Bob Marley, no Anhembi, em São Paulo, diante de mais de 80 mil pessoas, e o Carnareggae, em São Miguel Paulista. No cenário internacional, Dionorina levou sua música a Portugal, França e Itália, participando inclusive de festivais.

Paralelamente à carreira artística, Dionorina dedicou-se à formação de novos músicos. Lecionou violão, teoria musical e canto coral infantil no SESI de Feira de Santana por 13 anos e, posteriormente, criou a Academia de Violão, um método inovador de ensino que recebeu o Prêmio Cultura e Desenvolvimento Local 2020.


Patrimônio vivo da cultura feirense


Para Joilson Santos, um dos idealizadores do Feira Noise, “Dionorina é um patrimônio vivo, uma verdadeira instituição”, afirma. “O Feira Noise sempre teve como mote conectar nossa música com a nova música brasileira produzida nos quatro cantos do país, mas sempre fizemos isso sem perder o foco na cidade, na nossa cultura e em nossos símbolos. Celebrar o legado de Dionorina com ele no palco é um sonho antigo e, ao mesmo tempo, um gesto fundamental para conectar gerações e mostrar o quanto é potente nossa música”, explica.

“Somos um festival do interior da Bahia, feito por gente do interior. Homenagear Dionorina é afirmar a força desse território criativo e mostrar que a nossa cena merece estar no centro das grandes histórias da música brasileira”, conclui o produtor.

Sobre o Feira Noise Festival 2025

O Feira Noise Festival 2025 foi contemplado pelos Editais da Política Nacional Aldir Blanc Bahia e conta com apoio financeiro do Governo do Estado da Bahia, por meio da Secretaria de Cultura do Estado, via PNAB, direcionada pelo Ministério da Cultura – Governo Federal.



quarta-feira, novembro 19, 2025

Feira Noise começa nesta quarta-feira (19), em Feira de Santana

 Festival reúne mais de 40 shows, oficinas e painéis em cinco dias de evento, fortalecendo a música independente no estado

Entre os dias 19 e 23 de novembro, Feira de Santana volta a se tornar o epicentro da música e da cultura independente no interior da Bahia. O Feira Noise Festival 2025 inicia sua programação nesta quarta-feira (19), reunindo mais de 40 atrações musicais, oficinas e painéis que evidenciam o papel do festival como uma das principais plataformas de circulação e experimentação do estado. As atividades serão realizadas na Casa Noise e na Ária Hall. O primeiro dia terá acesso gratuito, enquanto os ingressos para os demais dias já estão disponíveis no Sympla.

O festival traz nomes como Dionorina, homenageado da edição, Dead Fish, Braza, Academia da Berlinda, Tássia Reis, MC Taya, Afrocidade, Maglore e Vivendo do Ócio. A programação também valoriza talentos emergentes que expandem fronteiras estéticas, como N.I.N.A, Giovanna Moraes, Móbile Lunar, Papangu, Cidade Dormitório e Ufuá. “Esse diálogo entre artistas consagrados e novas vozes fortalece nossa cena, conecta gerações e reforça o papel do festival como plataforma de valorização da diversidade sonora brasileira", destaca Joilson Santos, curador e idealizador do evento.


Programação musical por dia

19/11 – Quarta-feira (Casa Noise – Gratuito)

Quixabeira da Matinha + Kareen Mendes | Rodrigo Borges | Ufuá

20/11 – Quinta-feira (Casa Noise)

Vivendo do Ócio | Cidade Dormitório | Àiyé | Don Maths | Mateus Fazeno Rock | Naimaculada

21/11 – Sexta-feira (Casa Noise)

Seu Pereira e Coletivo 401 | Menores Atos | Cabuloso Trio | Jambu

22/11 – Sábado (Ária Hall)

Palco Dionorina

Dionorina | Móbile Lunar | Plutão Já Foi Planeta | Tássia Reis | Papangu | Braza | Afrocidade

Palco Lagunitas

Vandal | Duda Diamba | Piveton | Charlotte Matou um Cara | Tulipa Negra | Intra | Totô de Babalong | The MöNic

23/11 – Domingo (Ária Hall)

Palco Dionorina

Briane Capinam | Yayá Massemba | Clube de Patifes & Orquestra Candomblues | N.I.N.A  Dead Fish | Maglore | Academia da Berlinda

Palco Lagunitas

Octopoulpe | MC Taya | Tangerina Jones | Giovanna Moraes | Milena Melo | Cor dos Olhos 


Para além dos palcos

Enquanto a música embala os palcos, a efervescência do festival se completa com uma programação formativa. Com uma série de oficinas e painéis, o Feira Noise mantém sua vocação de fomentar a cena independente e promover o desenvolvimento de novos talentos. “Ampliamos nossas ações formativas para fortalecer a cena independente, estimular redes e garantir que mais pessoas vivenciem a cultura a partir de diferentes lugares de atuação”, destaca Joilson Santos.

A programação, realizada na Casa Noise, teve início em 10 de novembro, quando a comunicadora Bia Bem ministrou a oficina “Comunicação estratégica para artistas e projetos culturais: presença, propósito e posicionamento no digital”. No dia seguinte, o técnico Cezar Jr. (Sopa) conduziu “Nos bastidores do palco: Roadie, Direção Técnica e Profissionalização da Cena”.

No dia 18 de novembro, duas atividades complementam o circuito formativo: pela manhã, às 10h, “Do Som ao Mundo: Produção Musical e Gravação na Cena Independente”, com o engenheiro de som Jera Cravo; e, à noite, às 18h,  “Nos Bastidores da Produção: Gestão, Estratégia e Cuidado no Fazer Cultural”, com a produtora Tamiris Lima.

Os painéis do festival reúnem artistas, gestores e pesquisadores em debates sobre os caminhos da cultura independente. A Mesa de Abertura, no dia 19, às 19h, promove uma reflexão sobre sustentabilidade e políticas públicas com Sarah Prado (Secult/BA), Ricardo Rosa (Funceb), Uyatã Rayra, Joilson Santos e Ludimila Barros. 

No dia 20, o painel Territórios Sonoros: o que a cena preta está dizendo? discute protagonismo e estética da música preta com MC Taya, Mateus Fazeno Rock, Tulipa Negra e Aline Bomfim. Encerrando a programação, o painel Territórios Criativos: Cultura e Identidade Fora do Eixo, no dia 21, reúne Raissa Caldas, Maylla Pita e Milena Lopes para abordar a produção cultural no interior e a formação de redes criativas.

Sobre o Feira Noise Festival

O Feira Noise Festival 2025 foi contemplado pelos Editais da Política Nacional Aldir Blanc Bahia e conta com apoio financeiro do Governo do Estado da Bahia, por meio da Secretaria de Cultura do Estado, via PNAB, direcionada pelo Ministério da Cultura – Governo Federal.


SERVIÇO


O quê: Feira Noise Festival 2025

Quando: 19 a 23 de novembro de 2025

Onde: Casa Noise e Ária Hall – Feira de Santana (BA)



sexta-feira, novembro 07, 2025

The Wailers retornou ao Brasil com turnê que celebra 30 anos de Natural Mystic

 The Wailers voltou ao Brasil com a turnê que celebra 30 anos de Natural Mystic: The Legend Lives On, aclamado álbum de compilações que eternizou clássicos de Bob Marley & The Wailers. Após o sucesso da turnê de 2024, que homenageou o lendário álbum Legend, de Bob Marley, os Wailers estão prontos para dar vida a Natural Mystic na íntegra nos palcos, oferecendo aos fãs uma experiência única e imersiva.


Lançado em 23 de maio de 1995, Natural Mystic: The Legend Lives On funciona como um complemento ao álbum de compilação de 1984, Legend. Enquanto Legend foca principalmente em canções de amor, Natural Mystic mergulha nas obras de Bob Marley com temáticas mais politizadas e religiosas, oferecendo uma perspectiva mais equilibrada de seu legado musical. O álbum se inicia com a faixa-título “Natural Mystic”, em que Marley alerta para a necessidade de “enfrentar a realidade agora”, em meio à agitação e mudanças globais. Outras faixas de destaque incluem “Africa Unite”, “So Much Trouble In The World” e “Iron Lion Zion”, abordando temas como unidade, desafios sociais e resiliência pessoal.


Sob a liderança talentosa de Aston Barrett Jr., filho do lendário Aston “Familyman” Barrett, os Wailers continuam preservando e enriquecendo seu som atemporal, trazendo nova energia e carisma para suas performances eletrizantes.


Em 2024, Aston Barrett Jr. fez sua estreia como ator na cinebiografia Bob Marley: One Love, interpretando seu lendário pai, Aston “Familyman” Barrett. Dirigido por Reinaldo Marcus Green e lançado em 14 de fevereiro de 2024, o filme tem Kingsley Ben-Adir no papel de Bob Marley e oferece um olhar íntimo sobre a vida do artista, sua ascensão à fama e seu impacto profundo na música e cultura global. A atuação de Barrett Jr. trouxe autenticidade e uma conexão pessoal ao filme, reforçando ainda mais seu papel como guardião do legado do pai.


No mesmo ano, os Wailers lançaram o inovador álbum Evolution, produzido por Emilio Estefan Jr., vencedor do Grammy, pelo selo Crescent Moon Records. Essa obra-prima moderna combina os ritmos atemporais do reggae com uma rica tapeçaria de influências latinas e caribenhas, redefinindo o gênero para uma nova geração. Canções como “Love Should Be Free” conquistaram o público ao redor do mundo, recebendo aclamação da crítica por suas mensagens ousadas e inspiradoras de amor, unidade e transformação social. Evolution, junto com o lançamento anterior One World, rendeu aos Wailers duas indicações ao Grammy, consolidando seu lugar como um clássico moderno do reggae e reafirmando a relevância e influência da banda na indústria musical.


Na turnê de 2025, o público poderá esperar uma apresentação completa e ao vivo do álbum Natural Mystic: The Legend Lives On, com seus clássicos eternizados no palco, além de outros sucessos da carreira e faixas selecionadas do indicado ao Grammy Evolution. Esta turnê promete uma combinação única de nostalgia e ritmos contemporâneos do reggae, tornando cada show uma experiência inesquecível.


Não perca a oportunidade de ver os Wailers celebrando o rico legado de Natural Mystic: The Legend Lives On, enquanto apresentam a arte inovadora de Evolution. Junte-se a nós em uma turnê repleta de amor, unidade e das vibrantes e poderosas energias do reggae. Os Wailers estão de volta, prontos para incendiar os palcos do mundo!


Confira as datas que rolou no pais:

22 de outubro – Bolshoi Pub – Goiânia – GO

Ingressos: Clique aqui


24 de outubro – Espaço Cultural Minas Tênis Clube – Brasília – DF

Ingressos: Clique aqui


25 de outubro – Fundição Progresso – Rio de Janeiro – RJ

Ingressos: Clique aqui


26 de outubro – Mar Del Rosa (Praia do Rosa) – Imbituba – SC

Ingressos: Clique aqui


28 de outubro – Teatro Elias Angeloni – Criciúma – SC

Ingressos: Clique aqui


29 de outubro – John Bull – Florianópolis – SC

Ingressos: Clique aqui


30 de outubro – Araújo Vianna – Porto Alegre – RS

Ingressos: Clique aqui


31 de outubro – All Need Master Hall – Caxias do Sul – RS

Ingressos: Clique aqui


01 de novembro – U CLUB – Novo Hamburgo – RS

Ingressos: Clique aqui


02 de novembro – Espaço Unimed – São Paulo – SP

O grupo The Wailers está de volta ao Brasil com a turnê que celebra 30 anos de “Natural Mystic:

 O grupo The Wailers está de volta ao Brasil com a turnê que celebra 30 anos de “Natural Mystic: 




The Legend Lives On”, aclamado álbum de compilações que eternizou clássicos de Bob Marley & The Wailers.


Os shows acontecem em Goiânia (22/10 – Bolshoi Pub), Brasília (24/10 – Espaço Cultural Minas Tênis Clube), Rio de Janeiro (25/10 – Fundição Progresso), Imbituba (26/10 – Mar Del Rosa/Praia do Rosa), Criciúma (28/10 – Teatro Elias Angeloni), Florianópolis (29/10 – John Bull), Porto Alegre (30/10 – Araújo Vianna), Caxias do Sul (31/10 – All Need Master Hall), Novo Hamburgo (1º/11 – U CLUB), e São Paulo (02/11 – Espaço Unimed).


Lançado em 23 de maio de 1995, “Natural Mystic: The Legend Lives On” funciona como um complemento ao álbum de compilação de 1984, “Legend”. Enquanto “Legend” foca principalmente em canções de amor, “Natural Mystic” mergulha nas obras de Bob Marley com temáticas mais politizadas e religiosas, oferecendo uma perspectiva mais equilibrada de seu legado musical. O álbum se inicia com a faixa-título “Natural Mystic”, em que Marley alerta para a necessidade de “enfrentar a realidade agora”, em meio à agitação e mudanças globais. Outras faixas de destaque incluem “Africa Unite”, “So Much Trouble In The World” e “Iron Lion Zion”, abordando temas como unidade, desafios sociais e resiliência pessoal.


Sob a liderança talentosa de Aston Barrett Jr., filho do lendário Aston “Familyman” Barrett, os Wailers continuam preservando e enriquecendo seu som atemporal, trazendo nova energia e carisma para suas performances eletrizantes. Em 2024, Barrett Jr. fez sua estreia como ator na cinebiografia “Bob Marley: One Love”, interpretando seu lendário pai, Aston “Familyman” Barrett.


#thewailers #bobmarley #ligadoamusica

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