O Festival República do Reggae anunciou sua segunda atração internacional: Duane Stephenson, um dos artistas mais pedidos pelo público do evento.
Radio Jamaica Brasileira / Click Reggae Feira
terça-feira, junho 02, 2026
Festival República do Reggae anuncia sua segunda atração internacional - DUANE STEPHENSON
quarta-feira, abril 29, 2026
Edson Gomes: ícone do reggae brasileiro envolvido em confusão com Daniela Mercury tem carreira marcada por sucessos e polêmicas
Ícone do reggae resistência, o cantor se envolveu em uma discussão com Daniela Mercury após a artista acusá-lo de violência doméstica. Edson rebateu a acusação e disse que a colega tentou envergonhá-lo.
Envolvido em uma polêmica com Daniela Mercury, que o acusou de violência doméstica na terça-feira (28), o cantor e compositor Edson Gomes, de 70 anos, construiu uma carreira de mais cinco décadas denunciando em seus reggaes as desigualdades sociais, a violência policial e o racismo.
Visto por muitos como o principal nome do reggae no Brasil, Edson Gomes é natural de Cachoeira, no recôncavo baiano, e, apesar de ter lançado o primeiro disco, “Reggae Resistência”, em 1988, começou na música nos anos 1970, ainda na adolescência, participando de festivais e shows.
Influenciado por artistas como Tim Maia, Bob Marley e Jimmy Cliff, o músico desenvolveu um estilo próprio ao misturar o reggae com referências da cultura afro-brasileira. Ao longo da carreira, abordou temas como injustiça social, violência, fé e esperança.
Com letras sobre desigualdade e resistência, consagrou-se com canções como “Liberdade”, “Árvore”, “Sistema do Vampiro”, “Malandrinha”, “Samarina” e “Camelô” — algumas delas regravadas por artistas de diferentes gêneros musicais.
Confusão com Daniela Mercury
A acusação de Daniela Mercury foi feita na noite de terça (28), na cerimônia de entrega do "Troféu Armandinho e Irmãos Macedo". A cantora pediu que o colega trate a esposa com carinho e clamou para que a classe artística se una contra a violência contra a mulher, com atenção especial às mulheres negras.
"Edson, peço que você seja carinhoso com a sua esposa, porque a gente não aceita nenhuma violência contra a mulher".
Após a declaração, Edson Gomes, que também estava no evento, subiu no palco e cobrou que Daniela prove a acusação.
"Tentou me envergonhar na frente de todo mundo. Eu quero que ela prove. Quem é que eu espanco?
Tentar me lacrar assim, me envergonhar, para quê?".
Posteriormente, ela se desculpou, concordando que não tinha como provar a acusação feita. Edson Gomes riu e ressaltou que também se preocupa com a causa.
Já nesta quarta (29), diante da repercussão do caso nas redes sociais, Daniela divulgou uma nota em que, mais uma vez, se desculpa e diz lamentar "que sua manifestação tenha gerado interpretação diferente da pretendida".
Histórico de polêmicas
Fora dos palcos, a carreira de Edson Gomes é marcada por declarações que geraram debates entre fãs e políticos. Em março deste ano, o g1 Pop & Arte reuniu falas em que o discurso atual do cantor se distancia das interpretações mais politizadas da sua obra. Veja abaixo.
'Nossos filhos são caçados pelos comunistas'
Em fevereiro, durante uma apresentação, Edson Gomes interrompeu o show para fazer um discurso convocando os pais a "reagirem" contra o que chamou de 'caça" aos filhos pelos comunistas.
"Agradecer aos pais e mães que trazem suas crianças para ouvir esse reggae. Aqui elas vão sair com algo positivo na mente, sem maconha, sem droga. Só a mensagem positiva para que, quando elas crescerem, tomem decisões melhores que as dos pais. Os nossos filhos são caçados pelos comunistas para que eles possam ser nada. Para que eles se tornem simplesmente uma presa. E nós precisamos reagir!".
Sindicalistas são 'canalhas'
A relação com os sindicatos também foi tema de um desabafo no podcast "Bahia Cast". A entrevista foi concedida em janeiro de 2022.
Na ocasião, Edson Gomes criticou o uso de sua obra sem o devido retorno profissional, chamando de "canalhas" os sindicalistas que utilizam suas músicas em protestos, mas não o contratam para shows.
"Minha música não tem bandeira. Não estou nem aí para sindicato, não estou nem aí para ninguém. Eles sempre usam a minha música e eu nunca fui protestar. Use! Muito obrigado por vocês estarem usando minha musica! Agora só que, seus canalhas, na hora de suas festas, vocês não me contratam".
'Minha música nunca esteve atrelada à política'
Apesar do forte conteúdo social de suas letras, Gomes defendeu que o artista não deve se envolver com política, tentando desvincular sua obra das interpretações partidárias que o acompanham há décadas.
"O músico não deveria nunca se envolver com política. Minha música não está atrelada à política. Nunca esteve e jamais estará. Não me peça para me posicionar politicamente porque a minha música não está atrelada a política nenhuma".
'Querem o povo recebendo Bolsa Família para fazer chantagem'
Em show recente, o artista também fez ressalvas aos programas sociais, associando o Bolsa Família à manutenção da pobreza para fins eleitorais. Para Gomes, o Bolsa Família serve de base para "chantagens políticas".
"Eles precisam de um povo necessitado para que eles façam as suas chantagens em seus palanques. Eles querem o povo recebendo Bolsa Família para que eles façam a chantagem, que o povo vai perder o benefício e com medo eles vão lá em massa votar neles".
'Estão nos distraindo'
Edson Gomes também questionou o Dia da Consciência Negra. Para o cantor, a data comemorativa funciona como uma forma de "distração" estratégica.
"E a Consciência Negra...eles nos querem assim, debatendo coisas que não vão levar a nada para ocupar o nosso tempo e nós acharmos que estamos lutando pela nossa liberdade. Na verdade, eles estão nos distraindo para que nós não nos lembremos do nosso dia a dia."
'Minha hipocrisia vai ser eterna'
Questionado, em entrevista, sobre as contradições apontadas por parte do público, o artista rebateu as críticas com um discurso de autenticidade.
"Minha música permanece até hoje porque é verdadeira. Muitos artistas vieram de baixo, mas sumiram porque foram induzidos a fazer 'determinadas coisas'. Mas eu não! Vou ser assim até morrer. Não importa a pressão. Não importa que alguém diga que eu sou hipócrita. Minha hipocrisia vai ser eterna."
Obra x criador
Apesar das declarações recentes, Edson Gomes carrega uma discografia que é, há décadas, trilha sonora de resistência entre a população negra e periférica brasileira.
Em "Sistema do Vampiro" (1988), o cantor aponta a negligência social e a opressão do Estado: "Estamos largados nas calçadas. Nós não temos nem moradia, não temos nada. Esse sistema é um vampiro!"
O repertório avança pela organização coletiva em "Criminalidade" (1992), onde o artista defende que "nem mesmo a polícia pode destruir certas manobras organizadas".
Já em "Camelô" (1997), ele dá voz à resistência do trabalhador autônomo: "Sou camelô. Sou do mercado informal. Com minha guia, sou profissional. Sou bom rapaz, só não tenho tradição".
A força política da sua obra é reforçada por títulos como "Acorde, Levante, Lute" (2001) e o registro ao vivo lançado em 2020 em homenagem ao "Dia do Trabalhador".
Críticas...
As declarações de Edson Gomes provocaram reações da deputada estadual Olívia Santana (PCdoB). Ela criticou o que chamou de "radicalização à direita" do cantor.
Para a parlamentar, existe um abismo entre as letras e a postura do artista: "Edson Gomes compõe como um comunista, mas fora da vida artística age como qualquer pessoa de direita", afirmou em suas redes sociais.
Olívia ressaltou a contradição de hits como "Sistema do Vampiro", que critica o sistema capitalista, serem usados como hinos em manifestações de trabalhadores.
"É triste ver sua radicalização nesta fase da vida. O bolsonarismo vibrou com seu discurso. Nós seguiremos dançando seu reggae como entretenimento, mas combateremos seu discurso reacionário", disparou a deputada durante a abertura do Carnaval de Salvador.
Falas contra o sistema
Apesar das frequentes cobranças de parte do público por um posicionamento político explícito, sempre existiu uma fronteira clara nas letras de Edson Gomes entre a consciência social e o engajamento partidário.
Essa postura já estava presente em "Cão de Raça" (1988): "Eles nem sabem qual é a maneira de exterminar de uma vez essa seca. Enquanto eles pensam, o povo cumpre sua sina. E vive esperando a providência divina".
E em uma de suas composições mais recentes, "Pleito" (2020): "E o que vão nos prometer? São mentiras! Que vão fazer tudo acontecer, é mentira! Vá com tua política para outro lugar".
FONTE: G1 - GLOBO
LINK>>>G1 GLOBO
quarta-feira, abril 15, 2026
Marcelo Falcão anuncia turnê de 30 anos de carreira com estreia no Rio; saiba tudo
"O Legado", disco mais recente do ex-O Rappa, dá título à série de shows que passa por quatro cidades a partir de agosto
Em parceria com a 30e, Falcão passa ainda por Porto Alegre, no dia 4 de setembro, no Auditório Araújo Vianna; São Paulo, no dia 18 de setembro, no Espaço Unimed; e, finalizando, em Curitiba, no dia 19 de setembro, no Igloo Super Hall.
Encontro de gerações
O caminho pessoal e profissional é o ponto de partida da nova turnê, que carrega o nome de seu disco amis recente, lançado em 2025.
“Quando revisito minha história e, ao mesmo tempo, gravo com a nova geração, vejo que essa troca é verdadeira. Existem respeito e admiração, e isso é emocionante. Minha continuidade está em seguir acreditando que a música muda a vida das pessoas, em ser original e em fazer música de forma orgânica e verdadeira. Eu sou fiel ao que acredito. Esse é o segredo: valorizar as coisas simples e transformá-las em algo que toque as pessoas de verdade", afirma Marcelo Falcão.
Nas apresentações da turnê “O Legado”, Falcão ainda promete subir ao palco pronto para comungar com o público. “Pode esperar por um show potente, com músicas que vêm do coração e ganham força ao vivo. É um momento especial. Quem está ali merece o melhor, e é isso que eu busco entregar", complementa o artista.
Preços de ingressos
Clientes Itaú têm pré-venda exclusiva com 15% de desconto no valor dos ingressos para compras com cartões de crédito a partir do dia 16 de abril, às 10h, e a venda geral começa no dia 22 de abril, ao meio-dia, pelo site da Eventim.
Veja os preços por cidade:
Rio de Janeiro - 8 de agosto
Pista (Lote 1) - R$ 72,50 (meia-entrada) | R$ 101,50 (entrada social) | R$ 145,00 (inteira)
Frisa A (Lote 1) - R$ 182,50 (meia-entrada) | R$ 255,50 (entrada social) | R$ 365,00 (inteira)
Camarote - R$ 565,00
Porto Alegre - 4 de setembro
Pista Lateral Em Pé (Esquerda) - R$ 57,50 (meia-entrada) | R$ 63,25 (entrada social) | R$ 115,00
Pista Lateral Em Pé (Direita) - R$ 57,50 (meia-entrada) | R$ 63,25 (entrada social) | R$ 115,00 (inteira)
Plateia Alta Lateral - R$ 120,00 (meia-entrada) | R$ 132,00 (entrada social) |
R$ 240,00 (inteira)
Plateia Alta Central - R$ 140,00 (meia-entrada) | R$ 154,00 (entrada social) |
R$ 280,00 (inteira)
Plateia Baixa Lateral - R$ 160,00 (meia-entrada) | R$ 176,00 (entrada social) |
R$ 320,00 (inteira)
Plateia Baixa Central - R$ 210,00 (meia-entrada) | R$ 231,00 (entrada social) |
R$ 420,00 (inteira)
Plateia Gold Itaú Personnalité - R$ 295,00 (meia-entrada) | R$ 324,50 (entrada social) | R$ 590,00 (inteira)
São Paulo - 18 de setembro
Pista - R$ 52,50 (meia-entrada) | R$ 73,50 (entrada social) | R$ 105,00 (inteira)
Pista Premium Itaú Personnalité - R$ 82,50 (meia-entrada) | R$ 115,50 (entrada social) | R$ 165,00 (inteira)
Camarote B - R$ 265,00
Camarote A - R$ 280,00
Curitiba - 19 de setembro
Pista (Lote 1) - R$ 52,50 (meia-entrada) | R$ 63,00 (entrada social) | R$ 105,00 (inteira)
Área VIP Itaú Personnalité (Lote 1) - R$ 97,50 (meia-entrada) | R$ 117,00 (entrada social) | R$ 195,00 (inteira)
terça-feira, março 17, 2026
Pulsa Reggae reúne cerca de 4 mil pessoas e consolida palco roots no Carnaval do Pelourinho
Pulsa Reggae reúne cerca de 4 mil pessoas e consolida palco roots no Carnaval do Pelourinho
Entre becos de pedra e casarões históricos, o som do reggae tomou conta do Pelourinho durante quatro dias de Carnaval e atraiu, em média, cerca de 4 mil pessoas ao palco Reggae da Gente. Montada na Praça do Artesanato, na rua Gregório de Matos, a estrutura se firmou como ponto de encontro para quem buscava, no Centro Histórico de Salvador, uma folia marcada por mensagens de resistência, espiritualidade e celebração da cultura roots.
Realizado pela Associação Alzira do Conforto, com apoio do Governo do Estado da Bahia, por meio da Superintendência de Fomento ao Turismo (Sufotur), o projeto Pulsa Reggae reafirmou a força da cultura roots em meio à diversidade de ritmos que dominam o Carnaval. Durante quatro dias, artistas e DJs transformaram a praça em território de resistência e celebração.
A abertura, no sábado (14), já indicava o tom da programação. DJ Dani Lova conduziu o público por clássicos do reggae roots e sonoridades contemporâneas, preparando o ambiente para Tulani Masai e Banda, que equilibraram releituras e composições autorais marcado pela potência vocal e presença de palco. Em seguida, Lutte manteve a energia em alta, enquanto Alumínio trouxe letras de forte crítica social. Anastacia Roots encerrou a primeira noite com canções que exaltaram ancestralidade e resistência, fazendo todo público da praça cantar e dançar.
No domingo (15), o DJ Woston do Reggae abriu os trabalhos e manteve o público aquecido para a banda De Kara no Reggae, que entregou um show vibrante. Em seguida, Edy Vox apostou em interpretações que transitaram entre romantismo e consciência social, lotando a praça dos artesanatos. Fechando a noite, Victor Cena reafirmou a força da nova geração do reggae maranhense, com repertório autoral e presença marcante.
Na segunda-feira (16), o DJ Falcom iniciou a programação com clássicos que atravessam gerações. Em seguida, a banda Cativeiro reforçou mensagens de resistência e identidade em um show potente e dançante. Ricardo Reina manteve o clima roots, preparando o público para a apresentação de Duda Diamba, que levou ao palco sucessos que seguem atuais e carregados de significado. Mavi fechou a noite mantendo a vibração elevada até os últimos acordes.
O encerramento, na terça-feira (17), reuniu público fiel desde as primeiras horas. DJ Branco abriu a programação, seguindo de Rogério Noronha, que apresentou repertório envolvente. A Banda Dissidência trouxe forte presença instrumental e consistência sonora. No momento final do projeto, Paulinho Ganaê Banda recebeu a participação especial de Márcio Dred, em uma celebração simbólica da trajetória do reggae na Bahia, selando o palco Reggae da Gente como um dos pontos altos do Carnaval no Centro Histórico.
Ao longo dos quatro dias, o Pulsa Reggae mostrou que, mesmo em meio ao axé, ao samba e às diversas expressões que compõem a maior festa de rua do mundo, o reggae mantém seu espaço de protagonismo. Mais que shows, o que se viu no Pelourinho foi a reafirmação de uma identidade cultural que resiste, celebra e pulsa forte, coletiva e enraizada na história da Bahia.
quinta-feira, fevereiro 19, 2026
Reggae O Bloco celebra 21 anos sob comando do Adão Negro no Circuito Campo Grande .
O Reggae O Bloco desfilou no Circuito Campo Grande (Osmar), na madrugada de sexta-feira (13), durante a abertura do Carnaval de Salvador. À frente do trio elétrico, a banda Adão Negro comandou o cortejo, que marcou os 21 anos do bloco.
Antes de seguir para o circuito oficial, os associados se concentraram no Pelourinho, onde o bloco mantém sede cultural na Rua Alaíde do Feijão.
As camisas do bloco foram esgotadas antes do desfile, demonstrando a forte adesão do público neste ano comemorativo.
Mesmo com chuva, os foliões acompanharam o cortejo até o fim do percurso. O repertório reuniu sucessos da trajetória do Adão Negro e releituras de canções de diferentes estilos. Entre os destaques esteve “Me Liga”, composição da banda que ganhou nova versão na voz de João Gomes.
O vocalista Serginho ressaltou a importância de comandar o desfile em um ano simbólico para o bloco. Segundo ele, a apresentação fortalece a parceria com Albino Apolinário, responsável pelo Reggae O Bloco, e reafirma o compromisso com a valorização do reggae. O desfile também celebrou os 50 anos de independência de Angola, destacando a conexão do gênero com as raízes africanas.
Além da participação no Carnaval, o Reggae O Bloco realiza atividades culturais ao longo do ano em sua sede no Pelourinho, promovendo ações voltadas à difusão do reggae em Salvador.
Adão Negro comanda os 21 anos do Reggae O Bloco no Carnaval 2026
Subida do cortejo aconteceu em 12 de fevereiro, às 20h, no Campo Grande; bloco mantém sede cultural na Rua Alaíde do Feijão, no Pelourinho
O Reggae O Bloco terá a banda Adão Negro à frente do desfile no dia 12 de fevereiro de 2026, às 20h, no Circuito Campo Grande, em Salvador. A apresentação integra a programação do Carnaval, marca os 21 anos do bloco e celebra os 50 anos de independência de Angola.
O cortejo será realizado na quinta-feira de Carnaval e reúne o público ligado ao reggae e à cultura afro-baiana. A banda apresenta repertório com músicas da carreira e contará com participações de convidados.
Os ingressos do primeiro lote estão disponíveis por R$ 100, com vendas pelo Meu Bilhete e Pida.
O Reggae O Bloco mantém sua sede na Rua Alaíde do Feijão, no Pelourinho, onde realiza atividades culturais e ações voltadas à difusão do reggae durante todo o ano. Informações adicionais estão disponíveis pelo número (71) 98802-3837, com Albino Apolinário.
SERVIÇO
O quê: Reggae O Bloco – 21 anos
Atração: Adão Negro
Quando: 12 de fevereiro de 2026 (quinta-feira de Carnaval)
Horário: 20h
Onde: Circuito Campo Grande – Salvador
Concentração/Cortejo: Campo Grande
Ingressos: 1º lote – R$ 100
Vendas: Meu Bilhete e Pida
Realização: Reggae O Bloco
Sede cultural: Rua Alaíde do Feijão, Pelourinho
Pulsa Reggae estreia no Pelourinho para celebrar cultura roots no primeiro dia de Carnaval
O reggae abriu alas no Centro Histórico de Pelourinho neste sábado (14), marcando o primeiro dia do projeto Pulsa Reggae no Carnaval da Bahia 2026. A Praça do Artesanato, no Largo Gregório de Matos, foi tomada por bandeiras verde, amarelo e vermelho, batidas marcantes e mensagens de paz, amor e resistência.
Com realização da Associação Alzira do Conforto, o palco integra a programação oficial do Carnaval da Bahia 2026 e se apresenta neste dia pelo Governo do Estado da Bahia, por meio da Superintendência de Fomento ao Turismo (Sufotur), fortalecendo o turismo e a maior festa de rua do mundo, com acesso gratuito à cultura e à música.
A programação do sábado começou com o som do DJ Dani Lova, que aqueceu o público com clássicos do reggae roots e vertentes contemporâneas. Na sequência, Tulani Masai e Banda levaram ao palco repertório com clássicos e interpretações marcada pela voz de Tulani.
A noite seguiu com apresentações de Lutte, Alumínio e Anastacia Roots, que mantiveram a praça quente até os últimos acordes.
O Pulsa Reggae segue até terça-feira (17), reunindo DJs e bandas que representam diferentes vertentes do ritmo, consolidando o Largo Gregório de Matos como ponto de encontro do reggae no Carnaval da Bahia 2026.
Programação completa:
Segunda (16)
DJ Falcom • Cativeiro • Ricardo Reina • Duda (ex-Diamba)
Terça (17)
DJ Branco • Rogério Noronha • Banda Dissidência • Márcio Dred • Paulinho Ganaê Banda.
quarta-feira, fevereiro 04, 2026
Sinfonia Reggae Brasil lota a Caixa Cultural Salvador em homenagem a Edson Gomes
A Orquestra Reggae de Cachoeira realizou, nos dias 22 e 23 de janeiro, duas apresentações do espetáculo Sinfonia Reggae Brasil na Caixa Cultural Salvador, no Centro de Salvador. As sessões tiveram lotação máxima, com o público atendendo ao chamado e ocupando o espaço desde cedo para acompanhar o concerto dedicado à obra de Edson Gomes. Ao longo das duas noites, a plateia dançou e cantou ao som de clássicos do reggae brasileiro em arranjos orquestrais apresentados pela Orquestra Reggae de Cachoeira. O repertório percorreu canções marcantes da trajetória de Edson Gomes, como Criminalidade, Sistema, Fala Só de Amor, Acorde, Levante e Lute, Malandrinha e Perdido de Amor.
A proposta do espetáculo combinou banda, sopros, percussões e elementos da orquestra popular, mantendo o pulso do reggae e ampliando sua escuta no formato sinfônico. A resposta do público foi direta, com interação constante e clima de celebração ao longo de todo o concerto.
As apresentações contaram com participações especiais que reforçaram o caráter coletivo do projeto. Na quinta-feira (22), subiram ao palco Isaque Gomes e Nengo Vieira. Na sexta-feira (23), foi a vez de Jeremias Gomes e Duda Diamba.
Com entrada gratuita, o evento encerrou sua passagem por Salvador com forte repercussão e confirmou a capacidade do reggae, em formato orquestral, de mobilizar públicos diversos e ocupar espaços culturais centrais da cidade.
Projeto reuniu público diverso, repertório emblemático do reggae brasileiro e duas noites de celebração no Centro da capital
O Sinfonia Reggae Brasil foi uma realização da Putzgrillo! Produtora, com patrocínio da CAIXA e do Governo do Brasil.
sexta-feira, janeiro 23, 2026
Orquestra Reggae de Cachoeira recebe Duda Diamba e Jeremias Gomes no Sinfonia Reggae Brasil
Orquestra Reggae de Cachoeira recebe Duda Diamba e Jeremias Gomes no Sinfonia Reggae Brasil
Concerto do dia 23 de janeiro leva releituras orquestrais do reggae à Caixa Cultural Salvador
A Orquestra Reggae de Cachoeira apresenta o espetáculo Sinfonia Reggae Brasil na sexta-feira, 23 de janeiro de 2026, na Caixa Cultural Salvador, no Centro da capital. A segunda noite do projeto reúne a orquestra e os convidados Duda Diamba e Jeremias Gomes, em concerto com entrada gratuita, por ordem de chegada.
Criada em 2012 no município de Cachoeira, a Orquestra Reggae de Cachoeira atua na formação musical de crianças e jovens do Recôncavo Baiano e de cidades vizinhas. Sob regência de Flávio Santos, o grupo desenvolve práticas coletivas que articulam educação e criação musical, com repertório autoral e releituras, e mantém circulação por festivais e eventos culturais na Bahia.
Um dos convidados da noite, Duda Diamba construiu trajetória ligada ao reggae brasileiro ao longo de quase três décadas. Cantor e compositor, esteve à frente da banda Diamba, integrou projetos nacionais, participou de grandes festivais e iniciou carreira solo com foco autoral. Em 2026, apresenta fase marcada por novos lançamentos e repertório que dialoga com temas sociais, memória e celebração coletiva.
Também convidado do dia 23, Jeremias Gomes iniciou a carreira ainda jovem, em São Félix, e construiu percurso próprio no reggae. Cantor e compositor, lançou discos, circulou por festivais e eventos no país e mantém projetos autorais que transitam entre o reggae roots e vertentes dançantes, com apresentações em palcos de diferentes regiões.
O Sinfonia Reggae Brasil propõe releituras orquestrais de clássicos do reggae brasileiro, do reggae internacional e da MPB, a partir do encontro entre banda, sopros, percussões e elementos da orquestra popular. O projeto tem patrocínio da Caixa e do Governo do Brasil e realização da Putzgrillo.
O espetáculo também acontece na quinta-feira, 22 de janeiro de 2026, com participações de Isaque Gomes e Nengo Vieira.
Serviço
Projeto: Orquestra Reggae de Cachoeira apresenta Sinfonia Reggae Brasil
Atração: Orquestra Reggae de Cachoeira
Datas: 22 e 23 de janeiro de 2026
Local: Caixa Cultural Salvador – Rua Carlos Gomes, 57, Centro
Entrada gratuita. Estacionamento gratuito ao lado.
Convidados:
*22/01 (quinta): Isaque Gomes e Nengo Vieira
*23/01 (sexta): Jeremias Gomes e Duda Diamba
Orquestra Reggae de Cachoeira recebe Isaque Gomes e Nengo Vieira em noite especial do Sinfonia Reggae Brasil Concerto do dia 22 de janeiro abre a temporada do projeto na Caixa Cultural Salvador com releituras orquestrais do reggae
A Orquestra Reggae de Cachoeira apresenta o espetáculo Sinfonia Reggae Brasil na quinta-feira (22) e sexta-feira (23) na Caixa Cultural Salvador, no Centro da capital. A primeira noite do projeto reúne a orquestra e os convidados Isaque Gomes e Nengo Vieira, em concerto com entrada gratuita, por ordem de chegada.
Criada no município de Cachoeira em 2012, a Orquestra Reggae de Cachoeira atua na formação musical de crianças e jovens do Recôncavo Baiano. Sob regência de Flávio Santos, o grupo desenvolve práticas coletivas que articulam educação e criação musical, com repertório autoral e releituras. A trajetória inclui participações em festivais e eventos culturais no estado, além de colaborações com artistas da música brasileira.
Convidado da noite do dia 22, Nengo Vieira construiu carreira ligada ao reggae do Recôncavo e à circulação nacional do gênero. Músico e compositor, integrou projetos e bandas, lançou álbuns e retomou agenda de shows após a pandemia, com participações em grandes eventos. Recentemente, recebeu reconhecimento público em Cachoeira por sua contribuição à cultura reggae e mantém turnê ativa na Bahia.
Também convidado da noite de abertura, Isaque Gomes nasceu em Cachoeira e iniciou a trajetória profissional em 2006. Filho de Edson Gomes, lançou o álbum Negro Real em 2009, reunindo canções autorais e composições assinadas pelo pai. Em 2017, apresentou Agora, trabalho voltado a uma abordagem mais pop do reggae. Em 2022, gravou o DVD O Filho da Terra, em São Félix, com repertório autoral de temática religiosa, social e romântica. Em 2023, lançou Agora é Reggae, com releituras de clássicos da MPB, do pop e do rock. Para 2026, o cantor prepara o disco Eu Boto Fé, com músicas autorais e letras de Edson Gomes.
O projeto Sinfonia Reggae Brasil também será apresentado na sexta-feira (23), na Caixa Cultural Salvador. Nesta segunda noite, a Orquestra Reggae de Cachoeira recebe como convidados Jeremias Gomes e Duda Diamba.
O Sinfonia Reggae Brasil propõe releituras orquestrais de clássicos do reggae brasileiro, do reggae internacional e da MPB, a partir do encontro entre banda, sopros, percussões e elementos da orquestra popular. O projeto tem patrocínio da Caixa e do Governo do Brasil e realização da Putzgrillo.
Serviço
Projeto: Orquestra Reggae de Cachoeira apresenta Sinfonia Reggae Brasil
Atração: Orquestra Reggae de Cachoeira
Datas: 22 e 23 de janeiro de 2026
Local: Caixa Cultural Salvador – Rua Carlos Gomes, 57, Centro
Entrada gratuita. Estacionamento gratuito ao lado.
Convidados:
*22/01 (quinta): Isaque Gomes e Nengo Vieira
*23/01 (sexta): Jeremias Gomes e Duda Diamba
Assessoria de Comunicação do Evento - LABORATÓRIO DA NOTÍCIA
quinta-feira, dezembro 18, 2025
Kēvens o pioneiro conhecido pelo Dub Reggae!!!
Em um mundo cada vez mais dividido, onde idade, nacionalidade, raça e religião estão criando um abismo cada vez maior entre as pessoas, Kēvens está em uma missão essencial: utilizar o poder de sua música para unir almas dos quatro cantos do mundo para dançarem juntas.
Com
talento e arte, este ex-DJ, agora cantor e compositor, busca levar a
todos a um nível mais elevado de consciência, ao mesmo tempo que abraça e
canaliza suas influências da world music e seu crescimento pessoal. Sua
música promove o tema do multiculturalismo, iluminação espiritual,
expressão artística e positivismo.
Kēvens
começou sua jornada tocando discos em Miami, mas as raízes musicais do
artista,inatamente poético, ficaram mais evidentes quando ele se juntou
ao grupo inovador de reggae progressivo Le Coup, com Richard e Anthony
Booker. Aliás, a matriarca da família, Cedella Marley Booker, disse ao
jovem Kēvens bem no início de sua carreira musical: "Como uma carta,
você deve escrever uma música com propósito." Seus shows ao vivo
consistem em uma exuberante fusão de drum 'n' bass, destreza vocal e
virtuosismo musical, combinada com um estilo dub de rock progressivo e
reggae, além de imagens visuais e de dança impressionantes.
A
habilidade de Kēvens para o oportuno e o profundo o permitiu fazer
turnês pelo mundo todo, onde se apresenta ao lado de uma gama eclética
de lendas e prodígios, incluindo: Steven Tyler, Ice Cube, Tiestö, Daft
Punk, Duran Duran, Carlos Santana, The Jacksons, para citar alguns.
"Positividade é uma Necessidade"
quarta-feira, novembro 26, 2025
Tributo a Jimmy Cliff no Pelourinho
Terça da Bênção no Pelourinho faz Tributo a Jimmy Cliff
Nesta terça-feira (25), aconteceu às 18h, no Negro's Bar @_negrosbar localizado no Pelourinho, ao lado da antiga DELTUR realiza mais uma edição do projeto "Terça do Reggae Sound System" um Tributo a Jimmy Cliff, na tradicional "Terça da Bênção", com discotecagem de DJ Branco e Tulani Massai.
O Negro's Bar, é dissidente do primeiro Bar do Reggae no Pelourinho e da Praça do Reggae, idealizado por Albino Apolinário , espaços o qual Jimmy Cliffe, visitou e conheceu quando veio em Salvador, Bahia, pela primeira vez.
Do Recôncavo ao Pelourinho, é impossível imaginar a Bahia sem o ritmo vindo da Jamaica, mas que ganhou régua e compasso aqui. E Jimmy Cliff foi uma das portas de entrada deste gênero aqui em Salvador e deu ao nosso estado o status de verdadeira capital do reggae, com perdão aos irmãos maranhenses. No dia em que este ícone da música que influenciou os baianos regueiros nos deixou, aos 81 anos, mostramos a verdadeira origem desta música engajada, que fala só de amor, mas permanece marginalizada no meio musical.
CONVOCAMOS A MASSA REGUEREIRA!*
É NA RUA E É DE GRÁTIS 🔥
SERVIÇO:
O QUE: Tributo a Jimmy Cliff
QUANDO: 25 de novembro - Terça da Bênção no Pelourinho
ONDE: Negro's Bar, Pelourinho (Ao lado da antiga Deltur)
HORA: 18Hs
QUEM: DJ Branco é Tulani Massai
QUANTO: Grátis
Mais informações:Albino Apolinário (71) 98802-3837
Acontece neste Sábado a Republica do Reggae 2025
Acontece neste sábado a República do Reggae, um dos maiores festivais de reggae da América Latina. A edição de 2025 acontece no dia 29 de novembro, no Wet Eventos. O evento promete oferecer mais uma noite inesquecível para os amantes da cultura jamaicana.
Desde sua primeira edição, a República do Reggae se consolidou como muito mais que um evento. É um movimento cultural que fortalece a conexão entre Salvador e a música de raiz jamaicana, reunindo grandes nomes nacionais e internacionais em um clima de paz, respeito e celebração.
A expectativa para 2025 é de público recorde e uma produção ainda mais grandiosa, com estrutura ampliada, áreas temáticas, experiências sensoriais e um line-up de peso: Ky-Mani Marley, Don Carlos, Israel Vibration, Dezarie, Nengo Vieira, Adão Negro, Edson Gomes, Edy Vox e Tiken Jah Fakoly.
Ingressos disponíveis nas lojas do Pida no Salvador Shopping, Shopping Piedade, Salvador Norte Shopping e Shopping Paralela e na plataforma Boratickets.
Em Feira de Santana no balcão da central mix no centro comercial Maria Luiza em frente a câmara municipal
E você também pode garantir camisas, copos e acessórios oficiais da República do Reggae na loja oficial: www.lojadarepublica.com.br
Compre seu ingresso aqui: https://vendas.boratickets.com.br/evento/357/republica-do-reggae-2025
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segunda-feira, novembro 24, 2025
Morre Jimmy Cliff, ícone do reggae, aos 81 anos
Morreu o cantor e compositor jamaicano Jimmy Cliff, um dos maiores nomes da história do reggae, aos 81 anos. A informação foi confirmada num texto publicado no perfil oficial do artista no Instagram, assinado por Latifa, sua esposa. Segundo o post, Cliff morreu após sofrer uma convulsão causada por um quadro de pneumonia.
Lenda do reggae
Conhecido
mundialmente por clássicos como “The harder they Come”, “You can get It
if you really want” e “Many rivers to cross”, Jimmy Cliff foi um dos
pilares do reggae e do ska jamaicano. Nascido em Saint James, na
Jamaica, começou na música muito cedo, cantando em feiras e festas da
cidade. Mudou-se para a capital Kingston, aos 14 anos, para se dedicar à
carreira de artista.
Ganhou projeção local com hits como
"Hurricane Hattie", "King of kings", "Dearest Beverley", "Miss Jamaica",
e "Pride and passion". Antes de se mudar para a Inglaterra, aos 20
anos, em 1964, assinou com a lendária gravadora Island Records, que
também tinha no seu catálogo nomes fortes do reggae como Bob Marley e
Toots and the Maytals. Seu primeiro disco foi "Hard road to travel",
lançado em 1967.
A morte ocorre poucos anos depois de ele ter
lançado “Human touch”, seu último single, marcado por um retorno ao
reggae dos anos 1960 e por reflexões sobre a solidão em tempos de
pandemia.
Conexão com o Brasil
Ao longo de sua trajetória, Jimmy Cliff teve forte ligação com o Brasil. Tudo começou em 1968, ele veio ao Rio de Janeiro para o Festival Internacional da Canção, no Maracanãzinho, onde cantou "Waterfall".
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Jimmy Cliff no Maracanãzinho, no Festival Internacional da Canção, em 1968
Foi
aqui que ele compôs, em 1969, “Wonderful world, beautiful people”,
considerada uma das primeiras faixas de reggae que ficaram conhecidas
fora da Jamaica, entrando nas paradas dos Estados Unidos. No mesmo ano,
gravou o LP “Jimmy Cliff in Brazil”, cujo encarte o mostra diante da
Praia de Botafogo.
Durante os anos 1980, Cliff esteve tantas
vezes no país que virou figura folclórica por aqui. Em 1980, fez turnê
com Gilberto Gil, lotando shows por onde a dupla passava. Num deles,
antes de subir ao palco ao lado de Gil, recebeu a notícia da morte do
pai. Mesmo devastado, decidiu cantar:
— Veio uma energia muito forte aquela noite. Consegui me ouvir cantando com uma força que nunca tinha sentido.
Clipe no Rio
Em 1984, gravou nas praias do Rio o clipe de “We all are one”, dirigido por Tizuka Yamasaki. Entre 1985 e 1986, o Brasil ouviu "Hot shot", de Jimmy Cliff, na trilha sonora da novela "Ti ti ti", de Cassiano Gabus Mendes, exibida pela TV Globo. Ainda em 1985, seu álbum "Cliff Hanger" ganhou o Grammy de melhor álbum de reggae.
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Tizuka Yamasaki conversa com Jimmy Cliff durante as gravações do clipe do jamaicano no Rio — Foto: Jorge Marinho
Já nos
anos 1990, Jimmy Cliff participou do disco "Acústico MTV", dos Titãs,
revisitando seu clássico "The harder they come", que virou "Querem meu
sangue" na versão brasileira que também foi gravada, além dos Titãs,
pelo Cidade Negra.
Sua filha Nabiyah Be, fruto do seu
relacionamento com a psicóloga Sônia Gomes da Silva, nasceu em Salvador,
Bahia, em 1992. Be se tornaria uma estrela do cinema, anos depois,
tendo atuado no filme "Pantera Negra", da Marvel, feito que deixava
Cliff orgulhoso.
sábado, novembro 22, 2025
Feira Noise Festival 2025 homenageia Dionorina, referência do reggae brasileiro
Cantor e compositor radicado em Feira de Santana será homenageado com um palco que leva seu nome
O Feira Noise Festival 2025, que acontece até amanha (23), em Feira de Santana (BA), presta homenagem a Dionorina, um dos maiores ícones da música radicado na cidade. Cantor, compositor e instrumentista, ele será a atração principal deste sábado (22), no palco principal do Ária Hall, que levará seu nome em reconhecimento à sua relevante contribuição artística e cultural.
Com mais de cinco décadas de carreira, Dionorina tornou-se referência do reggae brasileiro, mas sempre transitou entre diferentes linguagens, incorporando samba, MPB e ritmos afro-brasileiros em sua obra. Assim como outros artistas expoentes do reggae baiano, retratou em suas canções a diáspora africana. Essa identidade lhe rendeu reconhecimento, especialmente com a conquista do Troféu Caymmi, em 1993, com o show Música das Ruas e a canção Porrada de Polícia. O prêmio impulsionou o lançamento de seu primeiro álbum, Música das Ruas, seguido por Sacasó e pelo projeto Trilogia do Reggae, ao lado de Gilsan e Jorge de Angélica.
Sua trajetória também inclui apresentações históricas, como o Festival Tributo a Bob Marley, no Anhembi, em São Paulo, diante de mais de 80 mil pessoas, e o Carnareggae, em São Miguel Paulista. No cenário internacional, Dionorina levou sua música a Portugal, França e Itália, participando inclusive de festivais.
Paralelamente à carreira artística, Dionorina dedicou-se à formação de novos músicos. Lecionou violão, teoria musical e canto coral infantil no SESI de Feira de Santana por 13 anos e, posteriormente, criou a Academia de Violão, um método inovador de ensino que recebeu o Prêmio Cultura e Desenvolvimento Local 2020.
Patrimônio vivo da cultura feirense
Para Joilson Santos, um dos idealizadores do Feira Noise, “Dionorina é um patrimônio vivo, uma verdadeira instituição”, afirma. “O Feira Noise sempre teve como mote conectar nossa música com a nova música brasileira produzida nos quatro cantos do país, mas sempre fizemos isso sem perder o foco na cidade, na nossa cultura e em nossos símbolos. Celebrar o legado de Dionorina com ele no palco é um sonho antigo e, ao mesmo tempo, um gesto fundamental para conectar gerações e mostrar o quanto é potente nossa música”, explica.
“Somos um festival do interior da Bahia, feito por gente do interior. Homenagear Dionorina é afirmar a força desse território criativo e mostrar que a nossa cena merece estar no centro das grandes histórias da música brasileira”, conclui o produtor.
Sobre o Feira Noise Festival 2025
O Feira Noise Festival 2025 foi contemplado pelos Editais da Política Nacional Aldir Blanc Bahia e conta com apoio financeiro do Governo do Estado da Bahia, por meio da Secretaria de Cultura do Estado, via PNAB, direcionada pelo Ministério da Cultura – Governo Federal.
quarta-feira, novembro 19, 2025
Feira Noise começa nesta quarta-feira (19), em Feira de Santana
Festival reúne mais de 40 shows, oficinas e painéis em cinco dias de evento, fortalecendo a música independente no estado
Entre os dias 19 e 23 de novembro, Feira de Santana volta a se tornar o epicentro da música e da cultura independente no interior da Bahia. O Feira Noise Festival 2025 inicia sua programação nesta quarta-feira (19), reunindo mais de 40 atrações musicais, oficinas e painéis que evidenciam o papel do festival como uma das principais plataformas de circulação e experimentação do estado. As atividades serão realizadas na Casa Noise e na Ária Hall. O primeiro dia terá acesso gratuito, enquanto os ingressos para os demais dias já estão disponíveis no Sympla.
O festival traz nomes como Dionorina, homenageado da edição, Dead Fish, Braza, Academia da Berlinda, Tássia Reis, MC Taya, Afrocidade, Maglore e Vivendo do Ócio. A programação também valoriza talentos emergentes que expandem fronteiras estéticas, como N.I.N.A, Giovanna Moraes, Móbile Lunar, Papangu, Cidade Dormitório e Ufuá. “Esse diálogo entre artistas consagrados e novas vozes fortalece nossa cena, conecta gerações e reforça o papel do festival como plataforma de valorização da diversidade sonora brasileira", destaca Joilson Santos, curador e idealizador do evento.
Programação musical por dia
19/11 – Quarta-feira (Casa Noise – Gratuito)
Quixabeira da Matinha + Kareen Mendes | Rodrigo Borges | Ufuá
20/11 – Quinta-feira (Casa Noise)
Vivendo do Ócio | Cidade Dormitório | Àiyé | Don Maths | Mateus Fazeno Rock | Naimaculada
21/11 – Sexta-feira (Casa Noise)
Seu Pereira e Coletivo 401 | Menores Atos | Cabuloso Trio | Jambu
22/11 – Sábado (Ária Hall)
Palco Dionorina
Dionorina | Móbile Lunar | Plutão Já Foi Planeta | Tássia Reis | Papangu | Braza | Afrocidade
Palco Lagunitas
Vandal | Duda Diamba | Piveton | Charlotte Matou um Cara | Tulipa Negra | Intra | Totô de Babalong | The MöNic
23/11 – Domingo (Ária Hall)
Palco Dionorina
Briane Capinam | Yayá Massemba | Clube de Patifes & Orquestra Candomblues | N.I.N.A Dead Fish | Maglore | Academia da Berlinda
Palco Lagunitas
Octopoulpe | MC Taya | Tangerina Jones | Giovanna Moraes | Milena Melo | Cor dos Olhos
Para além dos palcos
Enquanto a música embala os palcos, a efervescência do festival se completa com uma programação formativa. Com uma série de oficinas e painéis, o Feira Noise mantém sua vocação de fomentar a cena independente e promover o desenvolvimento de novos talentos. “Ampliamos nossas ações formativas para fortalecer a cena independente, estimular redes e garantir que mais pessoas vivenciem a cultura a partir de diferentes lugares de atuação”, destaca Joilson Santos.
A programação, realizada na Casa Noise, teve início em 10 de novembro, quando a comunicadora Bia Bem ministrou a oficina “Comunicação estratégica para artistas e projetos culturais: presença, propósito e posicionamento no digital”. No dia seguinte, o técnico Cezar Jr. (Sopa) conduziu “Nos bastidores do palco: Roadie, Direção Técnica e Profissionalização da Cena”.
No dia 18 de novembro, duas atividades complementam o circuito formativo: pela manhã, às 10h, “Do Som ao Mundo: Produção Musical e Gravação na Cena Independente”, com o engenheiro de som Jera Cravo; e, à noite, às 18h, “Nos Bastidores da Produção: Gestão, Estratégia e Cuidado no Fazer Cultural”, com a produtora Tamiris Lima.
Os painéis do festival reúnem artistas, gestores e pesquisadores em debates sobre os caminhos da cultura independente. A Mesa de Abertura, no dia 19, às 19h, promove uma reflexão sobre sustentabilidade e políticas públicas com Sarah Prado (Secult/BA), Ricardo Rosa (Funceb), Uyatã Rayra, Joilson Santos e Ludimila Barros.
No dia 20, o painel Territórios Sonoros: o que a cena preta está dizendo? discute protagonismo e estética da música preta com MC Taya, Mateus Fazeno Rock, Tulipa Negra e Aline Bomfim. Encerrando a programação, o painel Territórios Criativos: Cultura e Identidade Fora do Eixo, no dia 21, reúne Raissa Caldas, Maylla Pita e Milena Lopes para abordar a produção cultural no interior e a formação de redes criativas.
Sobre o Feira Noise Festival
O Feira Noise Festival 2025 foi contemplado pelos Editais da Política Nacional Aldir Blanc Bahia e conta com apoio financeiro do Governo do Estado da Bahia, por meio da Secretaria de Cultura do Estado, via PNAB, direcionada pelo Ministério da Cultura – Governo Federal.
SERVIÇO
O quê: Feira Noise Festival 2025
Quando: 19 a 23 de novembro de 2025
Onde: Casa Noise e Ária Hall – Feira de Santana (BA)
sexta-feira, novembro 07, 2025
The Wailers retornou ao Brasil com turnê que celebra 30 anos de Natural Mystic
The Wailers voltou ao Brasil com a turnê que celebra 30 anos de Natural Mystic: The Legend Lives On, aclamado álbum de compilações que eternizou clássicos de Bob Marley & The Wailers. Após o sucesso da turnê de 2024, que homenageou o lendário álbum Legend, de Bob Marley, os Wailers estão prontos para dar vida a Natural Mystic na íntegra nos palcos, oferecendo aos fãs uma experiência única e imersiva.
Lançado em 23 de maio de 1995, Natural Mystic: The Legend Lives On funciona como um complemento ao álbum de compilação de 1984, Legend. Enquanto Legend foca principalmente em canções de amor, Natural Mystic mergulha nas obras de Bob Marley com temáticas mais politizadas e religiosas, oferecendo uma perspectiva mais equilibrada de seu legado musical. O álbum se inicia com a faixa-título “Natural Mystic”, em que Marley alerta para a necessidade de “enfrentar a realidade agora”, em meio à agitação e mudanças globais. Outras faixas de destaque incluem “Africa Unite”, “So Much Trouble In The World” e “Iron Lion Zion”, abordando temas como unidade, desafios sociais e resiliência pessoal.
Sob a liderança talentosa de Aston Barrett Jr., filho do lendário Aston “Familyman” Barrett, os Wailers continuam preservando e enriquecendo seu som atemporal, trazendo nova energia e carisma para suas performances eletrizantes.
Em 2024, Aston Barrett Jr. fez sua estreia como ator na cinebiografia Bob Marley: One Love, interpretando seu lendário pai, Aston “Familyman” Barrett. Dirigido por Reinaldo Marcus Green e lançado em 14 de fevereiro de 2024, o filme tem Kingsley Ben-Adir no papel de Bob Marley e oferece um olhar íntimo sobre a vida do artista, sua ascensão à fama e seu impacto profundo na música e cultura global. A atuação de Barrett Jr. trouxe autenticidade e uma conexão pessoal ao filme, reforçando ainda mais seu papel como guardião do legado do pai.
No mesmo ano, os Wailers lançaram o inovador álbum Evolution, produzido por Emilio Estefan Jr., vencedor do Grammy, pelo selo Crescent Moon Records. Essa obra-prima moderna combina os ritmos atemporais do reggae com uma rica tapeçaria de influências latinas e caribenhas, redefinindo o gênero para uma nova geração. Canções como “Love Should Be Free” conquistaram o público ao redor do mundo, recebendo aclamação da crítica por suas mensagens ousadas e inspiradoras de amor, unidade e transformação social. Evolution, junto com o lançamento anterior One World, rendeu aos Wailers duas indicações ao Grammy, consolidando seu lugar como um clássico moderno do reggae e reafirmando a relevância e influência da banda na indústria musical.
Na turnê de 2025, o público poderá esperar uma apresentação completa e ao vivo do álbum Natural Mystic: The Legend Lives On, com seus clássicos eternizados no palco, além de outros sucessos da carreira e faixas selecionadas do indicado ao Grammy Evolution. Esta turnê promete uma combinação única de nostalgia e ritmos contemporâneos do reggae, tornando cada show uma experiência inesquecível.
Não perca a oportunidade de ver os Wailers celebrando o rico legado de Natural Mystic: The Legend Lives On, enquanto apresentam a arte inovadora de Evolution. Junte-se a nós em uma turnê repleta de amor, unidade e das vibrantes e poderosas energias do reggae. Os Wailers estão de volta, prontos para incendiar os palcos do mundo!
Confira as datas que rolou no pais:
22 de outubro – Bolshoi Pub – Goiânia – GO
Ingressos: Clique aqui
24 de outubro – Espaço Cultural Minas Tênis Clube – Brasília – DF
Ingressos: Clique aqui
25 de outubro – Fundição Progresso – Rio de Janeiro – RJ
Ingressos: Clique aqui
26 de outubro – Mar Del Rosa (Praia do Rosa) – Imbituba – SC
Ingressos: Clique aqui
28 de outubro – Teatro Elias Angeloni – Criciúma – SC
Ingressos: Clique aqui
29 de outubro – John Bull – Florianópolis – SC
Ingressos: Clique aqui
30 de outubro – Araújo Vianna – Porto Alegre – RS
Ingressos: Clique aqui
31 de outubro – All Need Master Hall – Caxias do Sul – RS
Ingressos: Clique aqui
01 de novembro – U CLUB – Novo Hamburgo – RS
Ingressos: Clique aqui
02 de novembro – Espaço Unimed – São Paulo – SP
O grupo The Wailers está de volta ao Brasil com a turnê que celebra 30 anos de “Natural Mystic:
O grupo The Wailers está de volta ao Brasil com a turnê que celebra 30 anos de “Natural Mystic:
The Legend Lives On”, aclamado álbum de compilações que eternizou clássicos de Bob Marley & The Wailers.
Os shows acontecem em Goiânia (22/10 – Bolshoi Pub), Brasília (24/10 – Espaço Cultural Minas Tênis Clube), Rio de Janeiro (25/10 – Fundição Progresso), Imbituba (26/10 – Mar Del Rosa/Praia do Rosa), Criciúma (28/10 – Teatro Elias Angeloni), Florianópolis (29/10 – John Bull), Porto Alegre (30/10 – Araújo Vianna), Caxias do Sul (31/10 – All Need Master Hall), Novo Hamburgo (1º/11 – U CLUB), e São Paulo (02/11 – Espaço Unimed).
Lançado em 23 de maio de 1995, “Natural Mystic: The Legend Lives On” funciona como um complemento ao álbum de compilação de 1984, “Legend”. Enquanto “Legend” foca principalmente em canções de amor, “Natural Mystic” mergulha nas obras de Bob Marley com temáticas mais politizadas e religiosas, oferecendo uma perspectiva mais equilibrada de seu legado musical. O álbum se inicia com a faixa-título “Natural Mystic”, em que Marley alerta para a necessidade de “enfrentar a realidade agora”, em meio à agitação e mudanças globais. Outras faixas de destaque incluem “Africa Unite”, “So Much Trouble In The World” e “Iron Lion Zion”, abordando temas como unidade, desafios sociais e resiliência pessoal.
Sob a liderança talentosa de Aston Barrett Jr., filho do lendário Aston “Familyman” Barrett, os Wailers continuam preservando e enriquecendo seu som atemporal, trazendo nova energia e carisma para suas performances eletrizantes. Em 2024, Barrett Jr. fez sua estreia como ator na cinebiografia “Bob Marley: One Love”, interpretando seu lendário pai, Aston “Familyman” Barrett.
#thewailers #bobmarley #ligadoamusica
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